Acordo político (foto Luís Saraiva, daqui), estúdio de informação RTP (daqui)
- Novo Governo – Conhecem-se esta semana os ministros do novo governo que tem de pagar a dívida pública e convencer os portugueses que o Estado já não serve para tudo. Uma tarefa impossível?
- Novo PS – Francisco Assis e António José Seguro são os dois candidatos à liderança do PS. Personagens secundárias à espera de António Costa?
- RTP – O PSD anuncia outra vez o seu desejo de privatizar a RTP. Será o serviço público de televisão uma das funções essenciais do Estado? Haverá, algum dia, coragem política para passar das palavras aos actos?
- Vidas público-privadas – Com as insinuações de Ana Gomes, volta a debater-se a separação entre esfera pública e vida privada. Os pecados privados não saem à rua?
No último programa, este fim-de-semana, André Abrantes Amaral e Antonieta Lopes da Costa em debate com Manuel Falcão (do blogue A Esquina do Rio), Paulo Pinto Mascarenhas, Nuno Amaral Jerónimo e Alexandre Homem Cristo (do blogue Cachimbo de Magritte).
Os programas anteriores estão aqui.
6ªf, 17 de Junho- 18h
Domingo, 19 de Junho- 19h
(Imagem daqui)
Depois das Legislativas de 5 de Junho, o país inicia um novo ciclo político com uma certeza: o próximo governo terá de seguir as regras ditadas pela troika FMI-União Europeia-Banco Central Europeu, para garantir que Portugal recebe, nos próximos 3 anos, o prometido empréstimo de 78 mil milhões de Euros. As regras a seguir- e as medidas de austeridade necessárias para cortar despesas e equilibrar as contas públicas- vão ter efeitos importantes na vida dos portugueses. O Europa Entrevista convida Eva Gaspar, jornalista do Jornal de Negócios, para antecipar as mudanças que vão afectar a vida de uma família portuguesa típica.
Os programas anteriores estão aqui.
Com Mónica Peixoto
3ªf, 7 de Junho- 18h
O debate político avesso ao politicamente correcto... com um pé na blogosfera.
- Pós-eleições – Com o fim da campanha eleitoral, o que podemos esperar a partir de 6 de Junho?
- Justiça – Cavaco Silva pediu a todos os representantes da Justiça para que ajudassem na resposta às exigências da ‘troika’. Será desta que os tribunais desemperram?
- Greves – Os sindicatos da CP convocaram uma greve, exigindo um regime de excepção dentro da função pública para gestão das horas extraordinárias. Mas não somos todos iguais?
- Tragédia Grega – A Grécia pode deixar o euro, caso não implemente mais medidas de austeridade. Conseguirá Portugal ter um destino diferente?
Esta semana, André Abrantes Amaral e Antonieta Lopes da Costa em debate com António Pinho Cardão (do blogue Quarta República) e Francisco Proença de Carvalho (dos blogues União de Facto e 31 da Armada).
Os programas anteriores estão aqui.
6ªf, 3 de Junho- 18h
(Devido às eleições, o debate não irá para o ar, como habitualmente, no dia 5 de Junho.)
Manifestação (foto Jim Young/Reuters), Sócrates e Merkel (foto Ricardo Oliveira)
O debate político avesso ao politicamente incorrecto, com um pé na blogosfera.
- Líbia – Khadafi continua de pé, contra tudo e contra todos. Há quem lhe chame coragem. Não será antes loucura?
- Mais Austeridade – Chamado a Berlim, Sócrates prepara o país para mais austeridade. Com a despesa a subir em Janeiro, quando é que o Estado se verga à realidade?
- Professores – Teve início mais uma greve dos professores, desta vez às horas extraordinárias. Mais um braço de ferro do governo com a FENPROF?
- Cavaco Silva – O Presidente está em silêncio até 9 de Março, dia da sua tomada de posse para um segundo mandato. Vamos finalmente perceber o que é a magistratura activa?
Esta semana, André Abrantes Amaral e Antonieta Lopes da Costa em debate com Alexandre Homem Cristo (do blogue “Cachimbo de Magritte”) e Vasco Campilho (do blogue “Albergue Espanhol”).
Os debates anteriores estão aqui.
6ªf, 4 de Março- 18h
Domingo, 6 de Março- 19h
Manifestação, Grécia (Foto AFP)
Este fim-de-semana revemos as opiniões de todos sobre as burlas em Portugal...
com Carla Hilário Quevedo e Antonieta Lopes da Costa
6ªf, 1 de Outubro- 10.35/19.35
Domingo, 3 de Outubro- 18.35
Nos próximos dias queremos saber o que pensa das medidas de austeridade anunciadas pelo governo. A crónica de Carla Hilário Quevedo é publicada aqui em parceria com o jornal Metro. Se preferir, pode deixar-nos a sua opinião através do 21.351.05.90, em mensagem gravada. Até às 16h da próxima 5ªf.
Medidas de austeridade
O discurso sobre a crise não é saudável. A dívida pública, o desemprego, a crise tomaram conta do ar de que precisamos para viver. As notícias sobre uma possível vinda do FMI, que nos poria a todos na ordem, sobre os juros da dívida a aumentar, e a falta de dinheiro em geral asfixiaram o quotidiano das pessoas. Em vez de nos ser dada tranquilidade para sair do buraco, somos confrontados com discursos que oscilam entre o optimismo delirante e o derrotismo irremediável. Depois de termos ouvido as recentes más notícias sobre o novo pacote de medidas de austeridade inserido no Orçamento de Estado para 2011, recordamos que era bom terem dito que não havia dinheiro para nada e que as contas estavam descontroladas. Que ia ser preciso cortar e fazer sacrifícios, a começar pela não renovação das frotas de automóveis dos organismos públicos. Mas não. Ninguém com responsabilidade governativa achou por bem fazer a coisa certa. E fazer a coisa certa, neste caso, não era difícil: consistia apenas em cumprir a obrigação de dizer a verdade aos portugueses. Não o tendo feito, o governo adiou medidas que agora se revelam dolorosas para todos. Cortes de salários na função pública e congelamento das pensões são duas das medidas que vão afectar directamente a vida das pessoas. O aumento do IVA para 23 por cento é outra medida que se prevê ter sucesso para ajudar a controlar o défice. Não sendo economista nem fiscalista, mas aproveitando o momento para declarar o meu repúdio pela discussão que nos obrigam a ter, diria que isso se calhar depende da despesa que se faz. Ora, se não há dinheiro para comprar nada, como espera o Estado receber mais de um imposto aplicado a bens de consumo? Para terminar o dia de pesadelo, Almeida Santos declarou que «o povo tem que sofrer as crises como o governo as sofre». Há uma mentira e um disparate nesta frase. A mentira é o governo sofrer como sofre o povo. O disparate consiste em pedir aos pacientes que entendam o sofrimento dos médicos. O que pensa das novas medidas de austeridade?
T.W.Ingersoll, 1899 (Legenda: Reduzindo o excesso. ´Puxa com força!´)
Debate político avesso ao politicamente correcto com um pé- às vezes dois- na blogosfera.
- Austeridade – O governo aproveitou a vitória do Benfica para anunciar um aumento dos impostos. Esta medida, a que se junta o adiamento das obras públicas, é totalmente contrária ao prometido pelo PS nas eleições do Verão passado. Fomos defraudados?
- Pedro Passos Coelho – O novo líder do PSD inicia o seu mandato a vencer nas sondagens. O reinado de Sócrates está à beira do fim?
- Bento XVI – O Papa esteve em Portugal e pediu aos católicos que fossem mais empenhados na economia e na política. Aproveitou ainda para, referindo-se aos casos de pedofilia, dizer que os pecados internos são as maiores ameaças à Igreja.
- Reino Unido – David Cameron é finalmente o novo primeiro-ministro, em coligação com os liberais democratas de Nick Clegg. Conseguirão dois partidos tão diferentes manter-se juntos no poder?
Esta semana, André Abrantes Amaral e Antonieta Lopes da Costa em debate com Francisco Proença de Carvalho (do blogue “31 da Armada”) e Alexandre Homem Cristo (do blogue “Cachimbo de Magritte”).
Os programas anteriores estão aqui.
6ªf, 14 de Maio- 18h
Domingo, 16 de Maio- 19h

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