Domingo, 3 de Julho de 2011
Cool Jazz Fest 2011, 4 a 29 de Julho

Sharon Jones & The Dap-Kings

 

Soul e funk, ao modo da Stax e da Motown, são as sonoridades que nos trazem Sharon Jones e os Dap-Kings, de regresso a Portugal para dois concertos. Aos três discos que deram notoriedade ao grupo, Dap Dippin' (2002), Naturally (2005) e 100 Days, 100 Nights (2007), sucedeu I Learned The Hard Way (2010), lançados pela editora Daptone, casa de Charles Bradley e da Budos Band, dois outros nomes que integram o Cool Jazz Fest 2011. Com Sharon Jones estão em palco Bosco Mann (baixo), Binky Griptite e Tommy Brenneck (guitarra), Dave Guy (trompete), Neal Sugarman (sax tenor), Ian Hendrickson-Smith (sax barítono), Bugaloo Velez (congas) e Homer Steinweiss (bateria). 2ªf, 4 de Julho, no Parque Marechal Carmona, Cascais, às 21h. Este Domingo, 3 de Julho, na Casa da Música, Porto, às 22h.

 

 

Em Cascais, a noite começa com o Cais do Sodré Funk Connection, nascido em 2008 no MusicBox de Lisboa, com músicos dos Cool Hipnoise, Cacique 97, Orelha Negra, Groove 4tet e Sam the Kid, entre outras formações, e já com um vinil editado (Lose It, 2011). Fernando Nobre e Tamin (voz), Tiago Santos (guitarra), Francisco Rebelo (baixo eléctrico), Daniel Lima (orgão hammond), João Cabrita (saxofones), Zé Raminhos (trompete), Miguel Ângelo (trombone) e Rui Alves (bateria) estão ao vivo no Parque Marechal Carmona, Cascais, na 2ªf, 4 de Julho, às 21h.

 

 

A norte-americana Madeleine Peyroux regressa a Portugal com novo disco, lançado há cerca de duas semanas. Standing on the Rooftop tem produção de Craig Street, conhecido pelo seu trabalho com Norah Jones, Joe Henry e Cassandra Wilson, e tem colaborações de Marc Ribot, Allen Toussaint, Jenny Scheinman e Me'shell Ndegeocello, entre outros. Temas originais e versões de clássicos dos Beatles (Martha, My Dear), Robert Johnson (Love in Vain) e Bob Dylan (I Threw It All Away) ouvem-se no 5º disco da cantora, depois de Dreamland (1996), Careless Love (2004), Half The Perfect World (2006) e Bare Bones (2009). 4ªf, 6 de Julho, no Parque Marechal Carmona, Cascais, a partir das 21h. 

A primeira parte do concerto de Madeleine Peyroux é do cantor e compositor brasileiro Pierre Aderne, que vem mostrar as canções do seu novo disco,  Água Doce, com colaborações de Alexia Bontempo, da fadista Cuca Roseta e de Madeleine Peyroux- que gravou com o brasileiro Just To Watch Her Walking By, uma versão em inglês do tema Só Para Ver Ela Passar, de Aderne e Wagner Tiso, inspirada no clássico de Jobim e Moraes, Garota de Ipanema. Ao vivo, Pierre Aderne vai estar acompanhado por Satoshi Takeishi (percussão) e Ricardo Cruz (baixo). 4ªf, 6 de Julho, às 21h.

 

 

A noite seguinte fica por conta de Mayer Hawthorne, produtor, engenheiro de som, DJ e cantor, fã do som da Motown. A estreia em disco deu-se em 2009, com o álbum A Strange Arrangement, mas Hawthorne já lançou entretanto o EP Impressions, de versões, e um registo ao vivo com o grupo que o acompanha, The County. Para o próximo Outono espera-se How Do You Do, o seu novo trabalho. Ao vivo na 5ªf, 7 de Julho, no Parque Marechal Carmona, às 22h.

A cantora Céu, uma revelação da nova música brasileira, convidada no disco mais recente de Herbie Hancock, deu-se a conhecer com Céu (2005) e Vagarosa (2009). Está ao vivo na 6ªf, 8 de Julho, no Parque Marechal Carmona, a partir das 22h. Em início de noite canta a angolana Afrikkanitha, com os temas do seu disco de estreia, Weza (2007), e do novo, Ainda Sonho (2011), feito em colaboração com o maliano Cheick Tidiane Seck. 6ªf, 8 de Julho, no Parque Marechal Carmona, Cascais, às 21h.

O espanhol Diego El Cigala, descoberto pelo grande público em 2003 quando lançou o álbum Lágrimas Negras, feito em parceria com o pianista cubano Bebo Valdés, é um dos nomes mais célebres do flamenco dos nossos dias. Camarón, Tomatito e Gerardo Nuñez foram alguns dos músicos com quem colaborou antes de se revelar em nome próprio, num percurso marcado também pela participação no filme Calle 54, do espanhol Fernando Trueba, e pelo disco Picasso en Mis Ojos (2005), vencedor do Grammy Latino para melhor disco de flamenco. Cigala & Tango, registo feito ao vivo em Buenos Aires, em Abril de 2010, é o seu disco mais recente. Ao vivo a 10 de Julho, no Parque Marechal Carmona, a partir das 21h.

O cantor soul Charles Bradley é, aos 63 anos, uma revelação tardia do género, graças à editora Daptone, que lhe ofereceu a oportunidade de gravar algumas canções a partir de 2002. No Time for Dreaming (2011) ouve-se ao vivo, com a Budos Band, a 17 de Julho, no Parque Marechal Carmona, Cascais, a partir das 21h.

A premiada Maria Rita, com uma discografia em nome próprio de apenas três discos, mas com inúmeras colaborações, entre as quais, em Portugal, com a Orquestra de Jazz de Matosinhos, está ao vivo no Parque Marechal Carmona, dia 20 de Julho, a partir das 21h, com a primeira parte dos Couple Coffee, de Luanda Cozetti e Norton Daiello, que levam a Cascais repertório dos seus quatro discos: Puro (2005), Co'as Tamanquinhas do Zeca! (2008), Young and Lovely- 50 Anos de Bossa Nova (2008) e Quarto Grão (2010).

 

 

A maestrina e compositora Maria Schneider, vencedora de dois Grammy- em 2005, pelo álbum Concert In The Garden, e em 2008, por Cerulean Skies, do álbum Sky Blue- regressa a Portugal para dirigir a Orquestra de Jazz de Matosinhos, depois de uma primeira experiência conjunta em 2009. A Maria Schneider Orchestra surgiu em 93 e tem recebido inúmeras encomendas ao longo dos anos, da Carnegie Hall Jazz Orchestra ao Jazz at Lincoln Center, passando pelo Kronos Quartet e pela Danish Radio Orchestra. Allegresse (2000), Concert In The Garden (2004) e Sky Blue (2007) são os discos mais recentes da Orquestra de Maria Schneider, que dirige a OJM com André Fernandes (guitarra), João Paulo Esteves da Silva (acordeão) e Nick Marchione (trompete), em interpretações de composições suas. Dia 23 de Julho, no Parque Marechal Carmona, a partir das 21h. Antes, a 21, o concerto acontece na Casa da Música, às 22h, e no dia 24 de Julho repete-se na Quinta das Lágrimas, em Coimbra, às 21h.

 

Luís Barrigas Trio (daqui)

 

Em início de noite, antes do concerto de Maria Schneider com a Orquestra de Jazz de Matosinhos, toca o trio do pianista Luís Barrigas, com Mário Franco (contrabaixo) e Alexandre Alves (bateria), formado em 2006. Luís Barrigas é natural de Setúbal, frequentou a Escola de Jazz do Hot Clube e estuda agora na Escola Superior de Música de Lisboa. Ao vivo dia 23 de Julho, no Parque Marechal Carmona, às 21h.

Até 29 de Julho, o Cool Jazz Fest 2011 recebe ainda a soul do norte-americano Aloe Blacc, a 28 de Julho, e o jazz do britânico Jamie Cullum, a 29 de Julho, numa noite que começa com a portuguesa Luísa Sobral, no Parque Marechal Carmona, a partir das 21h.



publicado por jazza-me
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