Marco Franco
Um ano depois de Baligo, o disco de estreia dos Mikado Lab, surge Coração Pneumático, novamente em edição da Tone of a Pitch. Das novas canções, e do universo único do 4teto, formado por Ana Araújo (teclados), André Matos (guitarra) e Pedro Gonçalves (baixo eléctrico), fala-nos esta semana Marco Franco, baterista e compositor do grupo.
Coração Pneumático, que tem participações de Pete Rende (sintetizadores), Bernardo Sassetti (piano), José Pedro Coelho (sax tenor) e Edgar Pêra (efeitos), teve lançamento no passado mês de Setembro em Lisboa, no Festival Jazz.pt, e tem apresentação na próxima 6ªf, 23, no Club Setubalense, a convite da 2ª edição do RendezVous Festival, que decorre entre 22 e 25 de Outubro, em Setúbal.
Os programas anteriores estão aqui.
Com Mafalda Costa
2ªf, 19 de Outubro- 18h
Depois das 20h, a Rádio Europa Lisboa associa-se ao Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza. A estação convidará assim o seu auditório a lutar pela Pobreza Zero, utilizando, como mote, o tema “Stand Up”, de Bob Marley, conforme a sugestão feita pela ONU a milhares de rádios em todo o mundo, para uma acção concertada de sensibilização.
Na emissão desta semana, entregamos o destaque de abertura de hora a uma série de oito temas do novo álbum de Tierney Sutton, “Desire”. A selecção de standards presentes no mais recente trabalho da cantora (novamente editado pela Telarc) parte de Cole Porter para depois rebuscar o cancioneiro norte-americano, à luz do conceito de desejo e dos ditames Baha’i, religião monoteísta persa que a intérprete segue há mais de 25 anos.
Entretanto, em torno das meias-horas, damos destaque à produção nacional e a um grupo de jovens músicos que tomaram o nome de Quarteto Moderno. Com “Boleros e Canções de Amor”, João David Almeida (voz), Bruno Campos (piano), Miguel Menezes (contrabaixo) e André Mota (bateria) recuperam alguns dos maiores clássicos da música ligeira portuguesa dos anos 1950 e 1960, à luz de uma roupagem jazzística. Ferrer Trindade, Frederico de Brito, Alves Coelho Filho, Jerónimo Bragança e Nóbrega e Sousa são alguns dos autores destas canções, imortalizadas nas vozes de Francisco José, Madalena Iglésias, Luís Piçarra e Simone de Oliveira, entre outros.
Com Ricardo Belo de Morais
Sábado, 17 de Outubro - das 20h às 24h
Destaques da semana:
Com Paulo Lázaro
6ªf, 16 de Outubro - 10h20/ 19h10
Domingo, 18 de Outubro - 19h35
Debate político avesso ao politicamente correcto... com um pé na blogosfera.
- Autárquicas – Com a votação para as autarquias, terminou um longo período eleitoral. Quem são os vencedores, os vencidos, o que se manteve e o que mudou?
- Liderança PSD – Pedro Passos Coelho e Marcelo Rebelo de Sousa são os mais falados para a liderança dos social-democratas. Mas poderá haver surpresas?
- Futuro governo – Após ter sido indigitado por Cavaco Silva, José Sócrates prepara o novo governo. Teremos uma continuação do trabalho anterior, ou podemos esperar alguns ajustes?
- Prémios Nobel – Barack Obama foi premiado com o Nobel da Paz, no que foi uma surpresa para muitos. Adulação ou forma de condicionamento da política externa norte-americana? E quanto à economia, o que significa a atribuição desse prémio a Elinor Ostrom e a Oliver Williamson?
Esta semana, André Abrantes Amaral e Antonieta Lopes da Costa em debate com Pedro Picoito e Miguel Morgado do blog Cachimbo de Magritte.
Os debates anteriores estão aqui.
6ªf, 16 de Outubro- 18h
(imagem daqui)
No Rádio Blog de hoje recuperamos os comentários do tema Roman Polanski.
Carla Hilário Quevedo e Betânia Valente
6ªf, 16 de Outubro - 10h35/ 19h35
Domingo, 18 de Outubro - 18h35
Maitê Proença é o tema proposto por Carla Hilário Quevedo para os próximos dias, em parceria com o jornal Metro. Deixe-nos o seu comentário mais abaixo ou através do 21.351.05.90 até 5ªf, às 16h.
Portugal está em estado de choque. Maitê Proença apresentou há dois anos uma reportagem televisiva em que ridicularizava o povo português. Não se percebe como nem porquê mas a reportagem feita para o programa «Saia Justa» só agora foi parar ao YouTube. Maitê podia ter chegado a nossa casa com falinhas mansas e pezinhos de lã como na canção de Carlos Lyra: «Eu cheguei mentindo, eu cheguei partindo, eu cheguei à toa». Mas não. Foi mesmo a cuspir nos Jerónimos. A pátria lusa, que estima os seus actores de novelas, ficou magoada e condenou a sua falta de graça. A actriz retribuiu a acusação aos portugueses e pediu desculpa a quem se ofendeu com o que considerou ser uma «brincadeira». Parafraseando Narciso Miranda, bem revivido pelo Gato Fedorento: pediu desculpa não pedindo. Como tudo isto acontece no maravilhoso mundo virtual, choveram os habituais comentários de difamação e insulto. O site de Maitê Proença foi tomado de assalto por uma horda de amantes incondicionais do país, tudo porque a actriz se ri de um número três pregado ao contrário na porta de uma casa, não manifesta a mínima piedade por um técnico informático inapto num hotel de cinco estrelas, e, como se fosse pouco, acaba a fazer de conta que é fonte, deitando um cuspozinho de menina em pleno Mosteiro dos Jerónimos, onde, diz Maitê, jaz Vasco da Gama «mortinho». Há profissões para as quais toda a gente acredita ter habilitações ingénitas. São elas crítico e comediante. Afinal de contas, toda a gente tem opinião e toda a gente, mesmo o mais trombudo, ri… Os dias passam e Portugal mastiga o tema, como é aliás característico do nosso nobre povo. Temos o grupo dos que desejam que Maitê Proença sofra de refluxo gastro-esofágico até ao fim dos seus tristes dias; temos o grupo dos cínicos, que condenam a reacção exaltada dos alegados patriotas, e que aproveitam para perguntar se por acaso nesta terra há algum bom técnico de informática; e temos ainda um terceiro grupo, recém-formado, que condena com veemência os que condenaram a reacção de nojo à reportagem da actriz. Quem tem razão?
No Internacional Europa da semana, o advogado e comentador Nuno Wahnon Martins olha, a partir de Paris, para a atribuição do Nobel da Paz a Barack Obama.
Com Nuno Wahnon Martins
6ª, 16 de Outubro - 8h15
Sábado, 17 de Outubro - 18h15
Os novos desafios dos media, na era do digital e a protecção dos direito de autor são o tema das perguntas proibidas desta semana.
Com os convidados João Palmeiro, Presidente da Associação Portuguesa de Imprensa e Vera Castanheira Directora executiva da AGECOP - Associação para a Gestão da Cópia Privada.
João Palmeiro alerta para a importância do papel dos media na sociedade e problema da forma como irão garantir a sua autonomia financeira num cenário em que as receitas publicitárias em queda representam são a principal forma de financiamento dos jornais, revistas televisões e rádio. No que respeita ao online a pergunta que que se impõe é se estes conteúdos devem ou ser pagos? Vera Castanheira apresenta um projecto educativo que visa justamente junto das escolas e dos jovens entre os 12 e os 18 anos criar a consciência da autoria da necessidade de preservar os seus direitos. Uma forma pró-activa de combater a pirataria, consciencializando os jovens da razão de ser ilícito os dowloads que violam os direitos de autor.
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5ªf, 15 de Outubro - 18h
No intervalo de uma semana, duas obras marcantes da música portuguesa de há pouco mais de dois séculos são objecto de estreia moderna em Lisboa: a de "L'Angelica", serenata de João de Sousa Carvalho, partiu do trabalho académico de Pedro Castro, que estudou e editou o manuscrito da obra, guardado no Palácio da Ajuda, e concretiza-se agora num conjunto de cinco récitas (as duas primeiras, nos próximos dias 20 e 21, na Escola Superior de Música de Lisboa, seguindo-se Aveiro, Famalicão e Loulé), em que o oboísta dirige o seu Concerto Campestre e o Quarteto Arabesco, com um excelente naipe de cantores. Na Outra Margem, Pedro Castro e Lúcio Studer, violetista do quarteto, falam sobre todo o trabalho de construção desta produção, sobre a obra, o compositor e o contexto em que a sua música se insere.
Já nesta quinta-feira, tem lugar na Gulbenkian a primeira audição moderna de "La Zaira", de Marcos Portugal, outro trabalho de fôlego ao qual deitou mãos o maestro Jorge Matta, na direcção musical, que fala com entusiasmo desta obra do mais importante compositor português do século XIX.
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Com Manuela Paraíso
4ª, 14 de Outubro - 18h
No próximo dia 17, assinala-se mais um Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza. Para assinalar a data, e pelo 4º ano consecutivo, o programa "Pobreza Zero" promove a iniciativa "Levanta-te e actua contra a Pobreza" . O Europa Entrevista convida Bruno Neto, coordenador nacional do "Pobreza Zero".
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Com Mónica Peixoto
3ª, 13 de Outubro - 18h
Assim Falava Jazzatustra, o segundo disco do pianista Júlio Resende, surge ao fim de dois anos de uma residência do músico na Fábrica Braço de Prata. Para captar a energia do palco, Júlio Resende quis gravar o novo repertório ao vivo, justamente no Braço de Prata, com o seu Quarteto Internacional, formado por Perico Sambeat (sax alto), Ole Morten Vagan (contrabaixo) e Joel Silva (bateria). No novo disco participam ainda João Custódio (contrabaixo), que já tinha colaborado no álbum Da Alma, Desidério Lázaro (sax tenor) e Manuela Azevedo, numa canção escrita pelo pianista.
Depois da apresentação no Festival Jazz.pt, no passado mês de Setembro, o pianista português, formado em Filosofia, volta aos palcos com o novo repertório, para um concerto na LX Factory, a 15 de Outubro, pelas 22.30.
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Com Mafalda Costa
2a, 12 de Outubro - 18h
Ao longo da 10ª edição da Festa do Cinema Francês acompanhe o Diário da Festa, com sugestões de filmes a não perder e masterclasses a que pode assistir. E, é claro, ouvimos os convidados da Festa, entre realizadores, programadores e actores.
Com Lara Marques Pereira
De 2ª a 6ªf- 10.50/ 17.15
(imagem daqui)
Debate político avesso ao politicamente correcto... com um pé na blogosfera.
- Governabilidade – Com a zanga entre Belém e São Bento, que acrobacias terá de fazer Sócrates para conseguir a cooperação no Parlamento e evitar a intromissão do Presidente?
- Tratado de Lisboa – À segunda tentativa, a Irlanda aprovou o Tratado de Lisboa. É esta a forma de fazer avançar a Europa e, sendo, para onde?
- Voto autárquico – As eleições autárquicas deste Domingo, sem as leituras nacionais a que nos habituámos, poderão finalmente ser meramente locais. Será assim?
- Futuro do PSD – Depois da derrota de Manuela Ferreira Leite nas legislativas, o que se espera do PSD?
Esta semana, André Abrantes Amaral e Antonieta Lopes da Costa em debate com a jornalista Inês Serra Lopes e o professor universitário Luciano Amaral.
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6ªf, 2 de Outubro- 18h
(imagem daqui)
No Rádio Blog de hoje recuperamos os comentários do tema a imagem dos advogados.
Carla Hilário Quevedo e Antonieta Lopes da Costa
6ªf, 9 de Outubro - 10h35/ 19h35
Domingo, 11 de Outubro- 18h35
Roman Polanski é o tema proposto por Carla Hilário Quevedo para os próximos dias, em parceria com o jornal Metro. Deixe-nos o seu comentário mais abaixo ou através do 21.351.05.90 até 5ªf, às 16h.
Em 1977, Roman Polanski foi detido e acusado de ter violado uma rapariga de 13 anos. Na altura o realizador polaco declarou-se culpado, mas antes de ouvir a sentença, fugiu dos Estados Unidos, país ao qual nunca mais regressou. Passaram mais de trinta anos, a vítima, Samantha Geimer, entretanto perdoou publicamente ao agressor e continuou a sua vida. Indiferente ao perdão da vítima, o tribunal não encerrou o caso. A sentença manteve-se em suspenso, e as autoridades tentaram várias vezes deter Polanski em deslocações a festivais de cinema, por exemplo, à Tailândia ou a Israel. Há poucas semanas, quando chegou à outrora neutra Suíça, acabou finalmente por ser detido. Roman Polanski é, para resumir, um fugitivo à justiça que foi apanhado. Aparentemente há questões mais difíceis de resolver que esta. Polanski era apanhado e extraditado para Los Angeles, onde seria julgado e cumpriria a pena que tinha a cumprir. A pena, entretanto, pode ir até aos cinquenta anos na prisão. Não querer cumpri-la foi o que levou Polanski a fugir, mas passado tanto tempo, talvez agora algum amigo do realizador talvez lhe pudesse dizer que o mais sensato seria aceitar a inevitabilidade do destino. Mas os amigos europeus de Polanski resolveram alegar o argumento da superioridade dos artistas sobre os comuns dos mortais e aqui tudo se complica. Pedro Almodovar, Monica Bellucci, Ettore Scola e Wim Wenders são algumas das pessoas que afirmam que um artista como Roman Polanski não deve ser incomodado com pormenores jurídicos irrelevantes. O argumento de que um realizador talentoso pode estar acima da lei é inaceitável para grande parte da opinião pública. Luc Besson demarcou-se desta posição, alegando que ninguém pode ficar de fora do sistema de justiça, nem um realizador galardoado com um Óscar. O que pensa deste caso? Os artistas têm razão em exigir um tratamento especial perante a lei? Os casos de abusos a menores devem prescrever?
(Primeiro-Ministro grego George Papandreou)
No Internacional Europa da semana, o advogado e comentador Nuno Wahnon Martins olha, a partir de Paris, para a guerra no Afeganistão e para as eleições na Grécia.
Com Nuno Wahnon Martins
6ª, 9 de Outubro - 8h15
Sábado, 10 de Outubro - 18h15
(imagem daqui)
O Forum Musicológico "O Património Musical em Portugal - Inventariação, Projectos, Urgências", que decorre esta sexta e sábado no Palácio dos Aciprestes, em Linda-a-Velha, promete ser um espaço de confluência onde se vai conhecer muitos trabalhos em curso nesta área - e serve de ponto de partida para uma conversa com dois dos musicólogos envolvidos na organização, os também organistas João Paulo Janeiro e David Cranmer, sobre o estado actual das coisas nesta matéria, tão sensível e desprezada, que é o nosso património musical. Se nas últimas décadas muito tem sido feito, o que está ainda por encontrar, inventariar e tratar é imenso - e pelo meio surge a referência a episódios rocambolescos, como as partituras de Frei Manuel Cardoso que foram encontradas a servir de resguardo a condutas de vento de um órgão, um órgão histórico usado como louceiro e as célebres Cantigas de Dom Dinis que só sobreviveram porque o seu pergaminho estava a servir de capa a um livro, numa biblioteca.
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Com Manuela Paraíso
4ª, 7 de Outubro - 18h
Sessão de apresentação do livro (daqui)
Jorge de Sá, professor universitário e director do centro de sondagens Aximage, lançou recentemente o livro "Quem se Abstém?- Segmentação e Tipologia dos Abstencionistas portugueses" (edição Campo da Comunicação), o resultado de um estudo que se debruçou sobre todos os actos eleitorais e referendos realizados em Portugal entre 1998 e 2008. Umas das principais conclusões: não existe um tipo único de abstencionista.
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Com Mónica Peixoto
3ªf, 6 de Outubro- 18h
Cibelle "Outdoor", La La La Ressonance
Nesta primeira emissão de Outubro descobrimos novas edições nacionais e estrangeiras, como Outdoor dos La La La Ressonance ou Coração Pneumático dos Mikado Lab, mas também ouvimos a brasileira Cibelle, convidada da 3ª edição do Jameson Urban Routes, festival indoor organizado pelo MusicBox, que traz a Lisboa, entre 22 e 31 de Outubro, nomes como Mocky, TM Juke, Tiguana Bibles, Markus Keinzl e os Jazzanova.
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Com Mafalda Costa
2ªf, 5 de Outubro- 18h
Francis Cabrel
Na nossa hora consagrada, em exclusivo, à música francófona, ouvimos pela primeira vez, este fim-de-semana, Né dans le Bayou na voz de Francis Cabrel. O tema, composto por John Fogerty por volta de 1968 acerca de uma infância idílica no Sul dos Estados Unidos, com referências ao som de Muddy Waters e Howlin' Wolf, mas também ao imaginário sulista de Mark Twain e Tom Sawyer, já teve versões de Little Richard e dos Foo Fighters. Francis Cabrel decidiu incluir a canção no seu disco mais recentes, Des Roses et des Orties (2008).
Outra voz célebre, Gérard de Palmas, está de regresso aos discos, depois de alguns anos dedicados à composição para o cinema. Sortir, o novo álbum, tem a colaboração de Eagle-Eye Cherry e volta ao registo pop/chanson do cantor.
Entre novidades e recordações, este domingo assinalamos também o aniversário de Julien Clerc, nascido a 4 de Outubro de 47, e a sua carreira na música, que já conta 40 anos.
Com Ricardo de Matos
Domingo, 4 de Outubro- 16h
June Christy
Esta semana voltamos atrás no tempo, primeiro até à década de 1950, com uma primeira paragem na carreira daquela a quem chamaram “uma das melhores e mais menosprezadas cantoras do seu tempo”: June Christy. Dois temas da sua carreira, muito ligada às big bands e ao cool jazz, abrirão cada uma das horas do nosso programa.
Pelas meias-horas, será a vez de recordarmos a voz de Lena Horne. Hoje com 92 anos, é uma das poucas lendas do jazz ainda vivas, com a proeza de uma carreira de mais de 60 anos, apenas interrompida, para a reforma oficial, no ano 2000. Actriz e cantora, deixou o mundo do cinema na década de 1950, ao ver-se incluída na lista negra da “caça às bruxas” em Hollywood. A cantar, entre o circuito dos melhores hotéis e dos clubes nocturnos, conquistou ainda maior sucesso que no grande ecrã, especialmente a partir dos anos 60, em que se tornou presença assídua nos programas e especiais de TV mais populares.
Com Ricardo Belo de Morais
Sábado, 3 de Outubro- das 20h às 24h
Moriarty (daqui) "Parlez-Moi de la Pluie", Agnès Jaoui (daqui)
A 10ª edição da Festa do Cinema Francês, que começa na próxima 4ªf, 7 de Outubro, ocupa todo o programa deste fim-de-semana. Atenção para o filme Boxes (2007) de Jane Birkin, exibido no Cinema São Jorge no dia inaugural, às 18.30, com a presença da realizadora, e para Parlez-Moi de La Pluie (2008), da mesma realizadora e argumentista de O Gosto dos Outros, Agnès Jaoui, que também vai estar presente no São Jorge, 4ªf, 7 de Outubro, às 21.30.
Outras sugestões, no âmbito da mostra de cinema, passam pelos concertos de Jane Birkin no CCB, com as canções do disco Enfants d'Hiver (8 de Outubro, 21h), e dos Moriarty, de regresso a Portugal depois de concertos no Festival de Músicas do Mundo de Sines e do Festival Med de Loulé. Blues, folk, swing e country em voz, harmónica, contrabaixo, guitarras e bateria. Dia 9 de Outubro, às 21h, no Instituto Franco-Português.
Com Antonieta Lopes da Costa, Jean-Paul Lefèvre e Margarida Antunes
(produção de Filipa Paramés)
Sábado, 3 de Outubro- 16h

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