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jazza-me muito...

O JAZZ SUBIU-NOS À CABEÇA!

O JAZZ SUBIU-NOS À CABEÇA!

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24
Jun10

Trem Azul considerada um exemplo de "empreendedorismo jovem"

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A loja de jazz Trem Azul, situada na Rua do Alecrim, Chiado, em Lisboa, foi considerada um "exemplo de empreendedorismo jovem, criatividade e inovação no espaço urbano", no Roteiro para a Juventude que o Presidente da República, Cavaco Silva, está a realizar pelo país desde Outubro de 2008. A 5ª jornada deste Roteiro começou com uma visita, esta manhã, à Trem Azul, como forma de reconhecimento de uma "geração de jovens empreendedores que, mesmo numa conjuntura económica difícil, não desistem".

A Trem Azul, empresa que agrega a loja, distribuição de discos, promoção de concertos e a editora Clean Feed, foi fundada em 2001 e, desde aí, eleita por diversas vezes, pelo site All About Jazz, uma das melhores editoras de jazz a nível mundial. Hoje em dia, a Trem Azul é responsável, também, pela organização de dois festivais de jazz nos Estados Unidos, em Chicago e Nova Iorque.

 

Da esquerda para a direita: Pedro Costa e Jorge Trindade (Trem Azul), Cavaco Silva, Presidente da República, e Maria Cavaco Silva, Primeira-Dama.

23
Jun10

Perguntas Proibidas

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Somos o país do mundo com melhor gastronomia? As mais variadas raízes culturais? Mais experiência internacional? Então porque não arregaçamos as mangas e usamos todas estas simpáticas qualidades para acrescentar valor na cadeia de produção, ajudar a qualificar recursos humanos, permitir novos investimentos, valorizar novas marcas e criar inovação? Jack Soifer, um destacado consultor internacional que tem vindo a publicar a série de livros COMO SAIR DA CRISE apresenta, no Perguntas Proibidas da semana, em parceria com o Instituto da Democracia Portuguesa, um conjunto de propostas que enriquecem as opções dos agentes sociais, políticos e económicos.

Os programas anteriores estão aqui.

 

5ªf, 24 de Junho- 18h

23
Jun10

Estoril Jazz 2010: 2 a 11 de Julho (primeiro fim-de-semana)

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Renee Rosnes (foto John Abbott)

 

Com o início do Verão regressa também um dos principais festivais de jazz da Grande Lisboa: o Estoril Jazz, que celebra em 2011 os seus 30 anos de existência, tem, nesta edição, um cartaz particularmente apelativo e diversificado. A mostra começa com o concerto da pianista e compositora Renee Rosnes, um dos nomes de proa do jazz canadiano, vencedora de vários Juno Awards (prémio equivalente ao Grammy). Afirmou-se na cena internacional desde finais da década de 80, quando foi contratada pelo saxofonista Joe Henderson, e tem tocado ao lado de Wayne Shorter, Bobby Hutcherson e JJ Johnson, entre outros. Da sua discografia, editada em parte pela Blue Note, fazem parte os recentes Black Narcissus: a tribute to Joe Henderson (2008), Double Portrait (2010), em duo com o pianista e marido Bill Charlap, e Manhattan Rain, a lançar em breve, gravado com alguns dos músicos que vamos ver ao vivo no Estoril: Steve Nelson (vibrafone), Peter Washington (contrabaixo) e Lewis Nash (bateria). 6ªf, 2 de Julho, às 22h, no Auditório do Casino Estoril.

 

 

A noite seguinte é de concerto duplo: em estreia, em palcos nacionais, ouvimos a saxofonista, cantora e compositora Grace Kelly, de ascendência coreana, e considerada uma menina prodígio do saxofone que, aos 14 anos, impressionou o veterano Phil Woods (o vídeo desse concerto, em que Phil Woods tira o chapéu, literalmente, a Grace Kelly, está acima). Hoje, com 18 anos, Grace Kelly tem no seu curriculum experiências com Wynton Marsalis, Rufus Reid, Billy Hart, Lee Konitz, Ingrid Jensen e Jerry Bergonzi, entre outros, e lidera o seu próprio 5teto, com a própria em saxofones alto e tenor, Jason Palmer (trompete), Doug Johnson (piano), Evan Gregor (contrabaixo) e Jordan Perlson (bateria). Sábado, 3 de Julho, às 22h.

 

 

O breve documentário acima diz-nos o essencial sobre Wallace Roney, trompetista que se formou e cresceu musicalmente tendo como modelo o som de Miles Davis. A admiração pelo mestre culminaria, de resto, numa actuação dos dois, lado a lado, no Festival de Jazz de Montreux, em 91, poucos meses antes da morte de Miles. Até aí, Wallace Roney havia estudado trompete com Dizzy Gillespie e Clark Terry e partilhado o palco com Art Blakey e Tony Williams. Depois da morte de Miles, Roney tem tocado com notáveis como Wayne Shorter, Joni Mitchell, Sonny Rollins, Ornette Coleman  e David Murray, entre outros. Em Portugal vai tocar uma selecção de temas de Miles Davis com o irmão, Antoine Roney (sax tenor, soprano, clarinete baixo), Aruan Ortiz (piano), Rashaan Carter (contrabaixo) e Kush Abadey (bateria). Sábado, 3 de Julho, à meia-noite.

 

 

O primeiro fim-de-semana do Estoril Jazz 2010 termina com Charles Lloyd, um veterano do saxofone que tem atrás de si um longo percurso, primeiro ao lado de músicos do blues como Howlin' Wolf e B.B.King, depois em parcerias com Chico Hamilton, Cannonball Adderley e Keith Jarrett, e, num período de afastamento do jazz, com os Beach Boys. Desde a década de 80, primeiro com Michel Petrucciani e mais recentemente com Eric Harland, Charles Lloyd tem marcado presença nos palcos com uma música profundamente espiritual. No Estoril Jazz apresenta-se com o seu New Quartet, no vídeo acima, com Jason Moran (piano), Reuben Rogers (contrabaixo) e Eric Harland (bateria). Domingo, 4 de Julho, às 19h.

22
Jun10

Europa Entrevista

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Ajudar as famílias a "sair do armário"- este é um dos objectivos da AMPLOS - Associação de Mães e Pais pela Liberdade de Orientação Sexual (http://amplosbo.wordpress.com). Isabel Mateus, da AMPLOS, vem ao Europa Entrevista explicar de que forma a Associação pode ajudar pais e filhos a compreenderem-se melhor e a combater o preconceito.

Os programas anteriores estão aqui.

 

Com Mónica Peixoto

3ªf, 22 de junho- 18h

21
Jun10

Discofonia

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Contra Mundum, o novo disco dos Pop Dell'Arte, assinala 25 anos de um percurso ímpar na música portuguesa. Através dos anos, e apesar de mudanças frequentes na formação, o grupo nunca perdeu a criatividade. Em 2010, os Pop Dell'Arte são João Peste, nos textos e na voz, Zé Pedro Moura (baixo), Paulo Monteiro (guitarras), Eduardo Vinhas (sintetizadores) e Nuno Castedo (bateria).

Esta semana ouvimos João Peste e Zé Pedro Moura, amigos e cúmplices musicais desde 1983, numa conversa livre sobre o disco.

Os programas anteriores estão aqui.

 

Com Mafalda Costa

2ªf, 21 de Junho- 18h

20
Jun10

100% Francês

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Dois discos a descobrir, este domingo, numa hora inteiramente dedicada à música francófona: L'Art de La Fugue e Le Cheshire Cat et Moi.

L'Art de la Fugue é o terceiro álbum da dupla La Maison Tellier, formada por Helmut e Raoul Tellier (na verdade, Yannick Marais e Sebastien Miel) em 2004. Ao longo dos anos, outros músicos foram chegando ao grupo que roubou o nome a um conto de Guy de Maupassant e reclama influências da folk norte-americana. Depois de La Maison Tellier (2006) e Second Souffle (2007), eis que surge L'Art de La Fugue, a lembrar uns Fleet Foxes, e cantado em inglês e francês.

No capítulo da chanson ouvimos hoje pela primeira vez o terceiro disco de Nolwenn Leroy, uma viragem no percurso de uma cantora revelada pelos concursos de talentos da televisão francesa, em 2002. Ao primeiro disco pop seguiu-se Histoires Naturelles, com a contribuição de Alain Souchon e a produção de Laurent Voulzy. Le Cheshire Cat et Moi, inspirado no universo da Alice de Lewis Carroll, é assumido pela cantora como um disco mais pessoal que aqui se aventura na escrita de canções.

Os programas anteriores estão aqui.

 

Com Ricardo de Matos

Domingo, 20 de Junho- 16h

19
Jun10

As Vozes do Jazz

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Fifty Ways… é o mais recente álbum de Jasna Bilušić, com os New Deal. E é também mais uma estreia nacional absoluta na rádio portuguesa, que esta semana trazemos para destaque de aberturas de hora. No seu novo trabalho, a cantora e actriz croata revisita e recria profundamente standards como “I’m Oldfashioned”, “Sweet Lorraine” ou “My Baby Just Cares for Me”, além de apresentar criações originais na sua língua natal e propor ‘jazzismos’ para temas de Madonna, Simon & Garfunkel, Petula Clark, Cyndi Lauper ou Van Morrison. Uma descoberta para fazer connosco, na noite deste Sábado, à razão de dois temas por hora.

Pelas meias-horas, nas vizinhanças do seu 88º aniversário, fazemos uma retrospectiva da vertente Jazz da carreira da cantora norte-americana Kay Starr. A partir dos 15 anos, passou como cantora pelas orquestras de Joe Venuti, Bob Crosby e Glenn Miller. Já a solo, na década de 1940, apesar de ter assinado um cobiçado contrato com a Capitol Records, foi constantemente relegada para segundo plano nas escolhas de repertório, sendo as melhores canções deixadas para gravar por nomes como Jo Stafford ou Peggy Lee. Apesar disso não deixou de conquistar alguns Nº 1 e vários Top Ten. Passou pelas décadas finais do século passado com uma intensa carreira ao vivo e a sua última grande aventura discográfica deu-se já em 2001, ao gravar “Blue and Sentimental” em dueto com Tony Bennett.

 

Com Ricardo Belo de Morais

Sábado, 19 de Junho- das 20h às 24h

18
Jun10

Ao vivo

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O Vinyl volta a receber mais uma noite de improvisação com alguns dos melhores músicos de jazz portugueses. O trio improvável desta noite é formado pelos bateristas Bruno Pedroso, Carlos Miguel e Joel Silva, que sobem ao palco às 23h. 6ªf, 18, em Alcântara.

 

 

No Onda Jazz, a noite é da cantora Sofia Vitória, que se apresenta em 4teto com o pianista Júlio Resende, João Custódio (contrabaixo) e Alexandre Frazão (bateria). Esta 6ªf, 18, a partir das 22.30, em Alfama.

Amanhã, Sofia Vitória é acompanhada por Júlio Resende na Fábrica Braço de Prata, Poço do Bispo, a partir das 22.30.

Ainda no Braço de Prata, esta 6ªf, 18, toca um trio formado por Luis Desirat (bateria), Miguel Mira (violoncelo) e Bruno Parrinha (saxofone). Na sala Eduardo Prado Coelho, a partir das 23h.

 

 

No âmbito do Festival Chopin, que celebra o bicentenário do nascimento de Frédéric Chopin, e numa iniciativa da Orquestra Metropolitana de Lisboa e do Teatro São Luiz, o trio do pianista Mário Laginha, com Bernardo Moreira (contrabaixo) e Alexandre Frazão (bateria), apresenta-se ao vivo na Sala Principal do São Luiz, este sábado, 19, a partir das 21h, com composições de Mário Laginha inspiradas na música de Chopin.

 

Nelson Cascais, Alexandre Frazão e André Fernandes (do site TuGuitarras)

 

O Lisboa Out Jazz 2010 acontece, ao longo de Junho, no Jardim do Campo Grande. Este domingo, o guitarrista André Fernandes apresenta o projecto BOX, com Óscar Graça (piano, rhodes), Demian Cabaud (contrabaixo) e Marcos Cavaleiro (bateria). Domingo, 20, a partir das 17h.

 

 

O Lagoa Jazz 2010 propõe 3 concertos por noite, este fim-de-semana, a começar com um dos grandes músicos do jazz europeu, Michel Portal, compositor que se exprime com igual à-vontade em clarinete, saxofone ou bandonéon. Portal, de 75 anos, toca esta noite com o jovem pianista israelita Yaron Herman, nascido em 81, premiado em 2008, nos franceses Victoires du Jazz, como melhor instrumentista do ano. 6ªf, 18, no Sítio das Fontes, Lagoa, a partir das 22h. O programa completo do Lagoa Jazz 2010 pode ser consultado aqui.

18
Jun10

Evasões Francesas

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Barbara Carlotti e Philippe Besson

 

O Evasões do fim-de-semana dedica-se, quase em exclusivo, à 2ª edição do Festival Silêncio!, que começou esta semana e decorre ainda até dia 26 de Junho. No âmbito do festival, o Instituto Franco-Português acolhe a francesa Barbara Carlotti, um nome da chanson a descobrir amanhã, sábado, 19, em concerto a partir das 21h. L'Ideál, o seu primeiro disco, foi lançado em 2008.

Outros encontros marcados pelo Silêncio! 2010, e a que o IFP cede o seu espaço, são as Conversas do Silêncio, criadas para que escritores, tradutores, jornalistas e músicos debatem temas vários. Depois de Mathias Énard e Pedro Tamen na semana passada, as conversas continuam na 3ªf, 22, com os escritores Philippe Besson e Stéphane Audeguy, às 21h, na 4ªf, 23, com os escritores Alberto Manguel e Francisco José Viegas, às 21h, e na 5ªf, 24, com os músicos Saul Williams e Kalaf e o escritor José Luís Peixoto, às 21.30. Sempre no IFP. Mais informações aqui.

Por fim, atenção ainda para o ciclo Grande Prémio de Cinema Africano, que tem vindo a exibir obras premiadas. En Attendant le Bonheur, (Mauritânia, 2002) de Abderrahmane Sissako, recebeu o prémio da crítica internacional no Festival de cannes, 2002, na secção Un Certain Regard.

 

Com Jean-Paul Lefèvre, Margarida Antunes e Antonieta Lopes da Costa

(produção de Filipa Paramés)

Sábado, 19 de Junho- 16h

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