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jazza-me muito...

O JAZZ SUBIU-NOS À CABEÇA!

O JAZZ SUBIU-NOS À CABEÇA!

jazza-me muito...

08
Out10

Descubra as Diferenças

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(Imagens daqui)

 

O debate político avesso ao politicamente correcto com um pé na blogosfera consagra-se, excepcionalmente, a um único tema:

 

- Os objectivos propagandísticos da comemoração da instauração da I República parecem ter sido gorados por, pela primeira vez, se ter analisado aquele período com alguma imparcialidade. No meio de tanto desconhecimento, que lições podemos retirar de um regime que durou apenas 16 anos?

 

Esta semana, André Abrantes Amaral e Antonieta Lopes da Costa em debate com Rui Ramos e José Manuel Fernandes.

Os programas anteriores estão aqui.

 

6ªf, 8 de Outubro- 18h

Domingo, 10 de Outubro- 19h

07
Out10

Internacional Europa

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Militar francês na Torre Eiffel, Paris, Setembro, 2010 (Foto AP, daqui)

 

Na sua análise da actualidade internacional da semana, Nuno Wahnon Martins, advogado, consultor político em Bruxelas e membro do European Values Network, destaca questões que se relacionam directamente com o dia-a-dia político, económico e social do espaço da União Europeia. Esta semana:

 

- Os cem anos da República: mais do que comemorar o centenário da República, os seus deméritos e as suas virtudes, Portugal tem de olhar para o futuro e torná-lo diferente do passado.

 

- A ameaça terrorista: o terrorismo continua a sobressaltar a Europa e o Mundo. Esta ameaça verdadeiramente global só pode ser combatida de forma eficaz se todos os alvos estiverem predispostos a enfrentá-la.

 

Com Nuno Wahnon Martins

6ªf, 8 de Outubro- 8.15

Sábado, 9 de Outubro- 18.15

06
Out10

Perguntas Proibidas

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Miguel Real (foto daqui)

 

Professor e escritor, o lisboeta Miguel Real, 57 anos, tem sido uma das vozes mais férteis da literatura portuguesa nos últimos anos. Formado em Filosofia, Mestre em Estudos Portugueses e especialista em cultura portuguesa, Miguel Real tem publicado romances, ensaios, contos e peças de teatro. Actualmente divide o seu tempo entre as aulas de filosofia, a escrita e a crítica literária para o JL- Jornal de Letras, Artes e Ideias, onde é colaborador. Nesta rentrée dá a conhecer o romance As Memórias Secretas da Rainha D. Amélia (Dom Quixote) mas para trás estão, entre os seus vinte livros publicados, O Outro e o Mesmo (Prémio Revelação de Ficção da APE/IPLB, 1979), Portugal- Ser e Representação (Prémio Revelação de Ensaio Literário da APE/IPLB, 1995), A Visão de Túndalo por Eça de Queirós (Prémio LER/Círculo de Leitores, 2000), A Voz da Terra (Prémio Literário Fernando Namora, 2006) e Eduardo Lourenço e a Cultura Portuguesa (Prémio Jacinto do Prado Coelho, 2009).

Esta semana, em parceria com o Instituto da Democracia Portuguesa, Mendo Henriques conversa com Miguel Real.

Os programas anteriores estão aqui.

 

5ªf, 7 de Outubro- 18h

06
Out10

Filmes Falados na 11ª Festa do Cinema Francês, Lisboa, 7 a 16 Outubro

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A 11ª Festa do Cinema Francês tem início já amanhã, em Lisboa, onde decorre até 16 de Outubro, com passagem, a seguir, por Almada, Porto, Guimarães, Faro e Coimbra. O programa deste ano dá a descobrir o universo burlesco de Pierre Étaix, realizador, mágico, desenhador e clown, com uma retrospectiva integral dos seus filmes e que começa, dia 8, com a exibição de En Pleine Forme (2010), na Cinemateca Portuguesa, às 21.30. O realizador André Téchiné é homenageado com uma retrospectiva da sua obra e com Carta Branca, uma escolha sua de obras de outros cineastas, no qual incluiu Antes da Revolução (1964), de Bernardo Bertolucci. La Fille Du Rer, o drama que rodou com Catherine Deneuve, em 2009, é apresentado por Téchiné dia 11, na Cinemateca Portuguesa, às 21.30. A madrinha da Festa do Cinema Francês é a actriz Sandrine Bonnaire, que veremos em vários filmes como o recente Joueuse (2009), de Caroline Bottaro, que o vai apresentar dia 8, no Cinema São Jorge, às 19.30. Entre os filmes escolhidos pela actriz encontramos ainda o documentário Elle S'Appelle Sabine (2008), sobre o percurso e as dificuldades da sua irmã autista, Sabine Bonnaire (dia 9, Cinema São Jorge, 21.30). Na sessão de abertura, já amanhã, é exibido Le Concert, do realizador romeno Radu Mihaileanu, com a presença do actor Alexeï Guskov e da actriz Sandrine Bonnaire (dia, 7, Cinema São Jorge, 21h).

Entre amanhã e dia 16, o Filmes Falados irá acompanhar toda a Festa do Cinema Francês, destacando antestreias, curtas e outras propostas do festival.

 

Com Lara Marques Pereira

De 7 a 16 de Outubro- 2ª a 6ªf- 9.35/ 19.10

04
Out10

Discofonia

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Rui Faustino

 

Está há vários anos a viver em Berlim e foi na capital alemã que formou, há cerca de um ano, o quarteto que trouxe a Portugal no passado mês de Setembro, a convite do Festival Jazz.pt. Com Jan Roder (contrabaixo), músico que participou no já célebre Monk's Casino de Alexander Von Schlippenbach, Silke Eberhard (saxofone) e Nikolaus Neuser (trompete), o baterista português Rui Faustino fez uma residência de alguns dias no Goethe Institut de Lisboa, onde a música do quarteto- improvisada- foi registada. 50, o disco de estreia de Rui Faustino, foi lançado há um mês com edição da JACC Records. Aproveitando a passagem do baterista por Lisboa, conhecemos hoje o seu percurso e a forma como entende a sua música.

Os programas anteriores estão aqui.

 

Com Mafalda Costa

2ªf, 4 de Outubro- 18h

02
Out10

As Vozes do Jazz

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Um dos mais interessantes tributos alguma vez prestados a Chet Baker faz, este Sábado, o destaque de aberturas de hora de mais uma edição de As Vozes do Jazz. Trata-se de Baker’s Dozen (Maxjazz, 2009), do pianista, cantor e compositor John Proulx. Apesar da sua juventude e de ainda apenas dois álbuns no currículo, o norte-americano é já possuidor de um Grammy Award e uma sólida reputação, tanto a solo como em ensembles, ou enquanto criador de canções para vozes do calibre de Nancy Wilson ou Mary Stallings. À razão de dois temas por hora, é assim pelas mãos e voz de John Proulx que vamos descobrir uma abordagem nova e fresca a algumas das composições que Chet Baker tornou eternas.

Pelas meias-horas, no habitual segundo destaque das nossas emissões, recordamos o álbum de estreia de Christine Hitt, You’d Be So Nice To Come Home To (Maxjazz, 1999). A cantora e pianista norte-americana tem passado os últimos 10 anos quase integralmente voltada para o ensino da música e a sua carreira académica, pontuando este percurso com algumas actuações ao vivo. Enquanto não volta aos discos, é sempre um prazer voltar a esta “escondida” colecção de 15 recriações para alguns dos maiores standards do cancioneiro norte-americano…

 

Com Ricardo Belo de Morais

Sábado, 2 de Outubro- das 20h às 24h

01
Out10

Descubra as Diferenças

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Debate político avesso ao politicamente correcto com um pé- às vezes dois- na blogosfera.

 

- Crise política – O governo e a oposição não estão de acordo na aprovação do Orçamento para 2011. Sócrates já ameaçou demitir-se e Cavaco Silva faz tudo para o impedir. Ainda teremos legislativas antes das presidenciais?

 

- Endividados - A dívida pública continua a aumentar e o seu preço atinge valores cada vez mais elevados. Com uma dívida tão pesada, que perspectivas podemos ter de futuro?

 

- Red Ed – O mais novo dos Miliband é o novo líder dos trabalhistas ingleses, após vencer o irmão com o apoio dos sectores mais à esquerda do partido. É o regresso da velha esquerda?

 

- EUA - As primárias para as intercalares de Novembro ditaram a derrotas de inúmeros incumbentes dos dois partidos. O que está a acontecer na política norte-americana?

 

Esta semana, André Abrantes Amaral e Antonieta Lopes da Costa em debate com Miguel Botelho Moniz (O Insurgente) e Adolfo Mesquita Nunes (O Insurgente e Delito de Opinião).

Os programas anteriores estão aqui.

 

6ªf, 1 de Outubro- 18h

Domingo, 3 de Outubro- 19h

01
Out10

Rádio Blogue: medidas de austeridade

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Manifestação, Grécia (Foto AFP)

 

Este fim-de-semana revemos as opiniões de todos sobre as burlas em Portugal...

 

com Carla Hilário Quevedo e Antonieta Lopes da Costa

6ªf, 1 de Outubro- 10.35/19.35

Domingo, 3 de Outubro- 18.35

 

Nos próximos dias queremos saber o que pensa das medidas de austeridade anunciadas pelo governo. A crónica de Carla Hilário Quevedo é publicada aqui em parceria com o jornal Metro. Se preferir, pode deixar-nos a sua opinião através do 21.351.05.90, em mensagem gravada. Até às 16h da próxima 5ªf.

 

Medidas de austeridade

O discurso sobre a crise não é saudável. A dívida pública, o desemprego, a crise tomaram conta do ar de que precisamos para viver. As notícias sobre uma possível vinda do FMI, que nos poria a todos na ordem, sobre os juros da dívida a aumentar, e a falta de dinheiro em geral asfixiaram o quotidiano das pessoas. Em vez de nos ser dada tranquilidade para sair do buraco, somos confrontados com discursos que oscilam entre o optimismo delirante e o derrotismo irremediável. Depois de termos ouvido as recentes más notícias sobre o novo pacote de medidas de austeridade inserido no Orçamento de Estado para 2011, recordamos que era bom terem dito que não havia dinheiro para nada e que as contas estavam descontroladas. Que ia ser preciso cortar e fazer sacrifícios, a começar pela não renovação das frotas de automóveis dos organismos públicos. Mas não. Ninguém com responsabilidade governativa achou por bem fazer a coisa certa. E fazer a coisa certa, neste caso, não era difícil: consistia apenas em cumprir a obrigação de dizer a verdade aos portugueses. Não o tendo feito, o governo adiou medidas que agora se revelam dolorosas para todos. Cortes de salários na função pública e congelamento das pensões são duas das medidas que vão afectar directamente a vida das pessoas. O aumento do IVA para 23 por cento é outra medida que se prevê ter sucesso para ajudar a controlar o défice. Não sendo economista nem fiscalista, mas aproveitando o momento para declarar o meu repúdio pela discussão que nos obrigam a ter, diria que isso se calhar depende da despesa que se faz. Ora, se não há dinheiro para comprar nada, como espera o Estado receber mais de um imposto aplicado a bens de consumo? Para terminar o dia de pesadelo, Almeida Santos declarou que «o povo tem que sofrer as crises como o governo as sofre». Há uma mentira e um disparate nesta frase. A mentira é o governo sofrer como sofre o povo. O disparate consiste em pedir aos pacientes que entendam o sofrimento dos médicos. O que pensa das novas medidas de austeridade?

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