De curiosa a 4 de Março de 2007 às 12:18
Gosto sempre dos quartetos que aqui vêm...
Por acaso o tipo do bloco estava de fato de treino?
De António a 4 de Março de 2007 às 12:16
gostei desa emissão. O bloco não teve grandes argumentos. O Rodrigo esteve muito bem. Parabéns ao blog e ao descubra.....
De Anónima Rosa a 2 de Março de 2007 às 22:39
Cá eu, perdoai-me a insistencia, aprecio e muito o PPM. Ai, desculpem!
De João António a 2 de Março de 2007 às 17:45
Gosto do programa, gosto da revista e gosto dos comentários nos blogues...
De jazza-me a 2 de Março de 2007 às 10:26
Ninguém aqui se abespinhou com coisa nenhuma... a explicação dada continua a valer.
Bem haja!
De Anónimo a 2 de Março de 2007 às 02:01
Eu só quero perceber a motivação da Atlântico. Quanto à rádio até podem passar os discursos de oito horas do Fidel. Na Coreia do Norte é que os desgraçados não podem desligar os autofalantes da propaganda. Aqui existe essa coisa salutar chamada concorrência. E já agora também digo que fica mal encher a boca com «opinião livre» e «contraditório» e abespinhar-se com um comentário ao erro de casting. Não joga e até parece que os tiques radicais do BE são contagiosos.
De jazza-me a 2 de Março de 2007 às 00:29
Caro Anónimo,
Só quero esclarecer que os convidados que aqui vêm são escolhidos pela Atlântico e pela radio Europa. Para além dos enormes exageros que escreveu neste seu comentário, e que não vamos comentar, reiteramos o afirmado nos comentários da passada semana: este programa é de opinião livre e contraditório e convida quem quer... quem gosta ouve quem não gosta basta desligar o botão... pelos vistos não lhe agradam nada os convidados que por aqui passaram que são do Bloco de Esquerda. O programa continuará de forma livre a escolher os convidados que entender trazer a este espaço.
De Anónimo a 1 de Março de 2007 às 23:39
«Rubro» é uma palavra bem escolhida. Esperava não ter de abordar este assunto mas o que observo e escuto não me deixa alternativa. Pelo que tenho percebido os convidados são escolhidos pela Atlântico ou pelo PPM e é isso é que me motiva a intervir. Quando esta revista surgiu, dirigida pela Helena Matos, apontei-me como fiel leitor pois antevi nessa publicação – e não fiquei decepcionado – um espaço de liberdade, de inteligência e de não-conformismo, à Direita. O Paulo Pinto Mascarenhas, dinâmico e batalhador, manteve o espírito e trouxe novos colaboradores. Excelentes e talentosos colaboradores. Na Atlântico e nos blogues despontou uma nova geração que nos faz ter esperança num futuro de qualidade. Daí que eu comece a ter alguma dificuldade em perceber os critérios dos convites e das homenagens que começam a aparecer, via Atlântico. O problema não se coloca entre Esquerda e Direita, porque alguns convidados de Esquerda, como Pedro Adão e Silva, para citar um exemplo, dão um contributo positivo ao debate. Aliás, a presença permanente da directora da Rádio Europa é, por si só, um garante da pluralidade. O que me surpreende é o vosso patrocínio – pelos vistos continuado – da agenda extremista do Bloco. Se a ideia é essa, convidem também os pnr’s que têm muito em comum. Separam-nos a droga, o aborto e os emigrantes. Mas os dois extremos apreciam que o Estado controle as nossas vidas, são anti-capitalistas, anti-americanos e anti-semitas. E, creme de la creme, são ambos os herdeiros assumidos e não arrependidos dos campos de concentração e das execuções sumárias contra os opositores políticos, praticados no século passado. Os últimos só não têm grupo parlamentar nem andam ao colo dos jornalistas. Também aqui existe uma contradição na crítica que os membros da Atlântico têm justamente efectuado ao permanente e anormal patrocínio que a imprensa dedica ao Bloco e a praxis dos últimos tempos. Resta-me descortinar o que o director da Atlântico pretende com esta estratégia mas no mínimo arrisca-se a uma punhalada pelas costas, porque o Bloco é uma seita fanática, sem estilo nem ética. Pergunte ao João Pereira Coutinho que ele explica-lhe...
Temo que quando chegue o Verão estejam a gravar o programa com t-shirts do Che e que a Atlântico já tenha a coluna Trotsky ou o suplemento Enver Hoxha.
Abraço.
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