De Caminho a 15 de Julho de 2008 às 13:30
Saírem ciganos para o bairro ficar com uma maioria de africanos não me parece que seja uma solução. Nunca deveriam ter feito um bairro tão grande que leva tanta gente quanto a freguesia da Apelação. Esta freguesia, antes de terem feito o bairro, era uma terreola, é verdade, em que as pessoas cuidavam das suas quintas nas horas vagas, onde tinham bons poços, onde haviam 2 cafés no máximo e um supermercado. Aquele bairro foi "vendido" aos habitantes como sendo de cooperativa. Posto isto, houve muita gente que comprou em construção, muito baratos, bem como estabelecimentos comerciais. Hoje em dia, aqueles que não tiveram a sorte de vender as casas de habitação/comércio, hoje têm de andar com uma atenção redobrada nas ruas, ter atenção ás janelas, portas de entrada dos prédios. Os comerciantes (os únicos resistentes desde o princípio são dois) ainda perduram, e porquê? Pq tb eles se endividdaram para ter um pequeno negócio no que prometia ser apenas mais um bairro de cooperativa. Por isso um café, por exemplo, fecha ás 7 da tarde pq falta segurança. Ou abre às 8 da manhã pq os "meninos" inúteis que por lá andam, andam em festas durante toda a noite e é para o bairro que vêm despejar as frustrações de não serem ninguém nem quererem ser. Toda a gente que more na Apelação já foi assaltado ou conhece alguém que já o foi. Os grupos impram em todas as esquinas, sempre atentos ao pessoal que pertence, ou não, ao bairro. E é muito fácil detectar isso. O problema já foi os ciganos. Hoje em dia já não são. E estes agora querem aproveitar-se de uma situação e "chular" mais uma casa à câmara. Querem direitos? Deêm-lhes obrigações! Tb lá moro na Apelação e o que me prende lá são pessoas de quem gosto e que tento proteger. Infelizmente não temos a "lata" de ir pedinchar uma casa para a frente da Câmara.


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