De Anónimo a 15 de Junho de 2009 às 17:39
Um doce a quem conseguir arrumar estas breves citações nos sítios certos:

1. (...) Fala-se muito em «crise da política» e é verdade:
enquanto exercício democrático do poder, a política bateu em retirada; enquanto
expressão pública dos poderes reais e ocultos, ela está mais arrogante do que nunca.(...)

2. (...)Seja qual for o carimbo, eles [os políticos] são todos incompetentes e arrogantes! (…) Na hora da recessão(...) Que faz o poder local? Continua em grande e dia após dia a afastar-se dos anseios dos cidadãos.

Quem se candidata sem googlar ou até mesmo googlando a entregar o seu a seu dono? O que é de Le Pen e sua rapaziada e o que é de Louçã e sua rapaziada?

De facto, não se pode confundir o Bloco com Le Pen e meter tudo no mesmo saco é um exercício arriscado mas, mesmo que separados à nascença têm objectivos comuns.

Alguém se lembra do tom democrático de Louçã a dizer a Paulo Portas: “O senhor não sabe o que é gerar uma vida. Sei o que é o sorriso de uma criança. Sei o que é gerar uma vida.” “O senhor não sabe. Não tem o direito de falar sobre vida”

Foi um momento menos feliz do líder bloquista que a memória das pessoas "limpou", ajudada, é certo, pela popularidade do bloco junto da imprensa. Mas será que podemos chamar inocentemente a este momento, um momento menos feliz

Creio que Carla Quevedo pretende referir-se às franjas políticas que, por motivos muito precisos, têm ganho visibilidade e relevância eleitoral... Não?

Então... quem se habilita ao seu a seu dono?



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