De Alice Carvalho a 28 de Outubro de 2009 às 15:28
Ou então a Bíblia dá-nos a possibilidade de a continuarmos a interpretar, de modo a podermos expressar o nosso pensamento (contra ou a favor). Mais interessante do que cada ideia pessoal, é a constatação da quantidade, multiplicidade e complexidade de pensamento que esta actividade de interpretar a Bíblia gera. Faz-nos inclusive perceber que há pessoas muito diferentes de outras pessoas. Que, acerca das mesmas descrições, pessoas têm ideias muito diferentes e que isso é normal e tem de se aceitar. No entanto, a haver génio neste zum zum todo, esse génio provem da Bíblia, o livro milenar que continua a inspirar-nos para falarmos. O mesmo que inspirou Saramago. Melhor dizendo, a Bíblia não é de génio, é de inspiração Divina. E, ultimamente, revelou-nos o que muitos já pressentiam: Saramago não é brilhante (mas também não tem de ser).


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