Comentários:
De PLANES DE SEGURIDAD a 19 de Fevereiro de 2010 às 09:04
Parabens pelo destaque nos blogs


De Rui Zink a 19 de Fevereiro de 2010 às 11:16
Bom, Carla, obviamente não é possível a nenhum de nós responder à tua última pergunta. A menos que entremos no campo do "eu acho que" ou "a cara dele não me é estranha". O fato é que o senhor se pôs a jeito, ao vir confessar 20 anos depois. Se fez um ato ilegal (e potencialmente criminoso) devia ter ficado calado. Agora esperemos que apareçam testemunhas abonatórias, tipo médicos e enfermeiros (não amigos a dizer que é "um gajo porreiro"), a confirmar que os dois se davam às mil maravilhas e, sim, a vítima estava a sofrer imenso e a almofada foi um ato de caridade. E se tinham um pato deviam pelo menos ter deixado uma carta no notário - não teria valor legal, mas teria valor moral. Não tenho posição clara sobre a eutanásia, mas sinceramente, uma almofada na cara ou um martini parecem-me pouco para acabar os meus dias. Já um Favaios ...


De JCalem a 24 de Fevereiro de 2010 às 13:56
Não acredito!
Zink tu aderiste ao acordo meu desalmado?

ato - fato -pato
Eu sei que rima mas... tem dó... ou ré, ou fá...


De Rui Zink a 24 de Fevereiro de 2010 às 22:19
O tema pedia... Perdão, pecdia...


De Alice Carvalho a 21 de Fevereiro de 2010 às 20:28
O facto dos amigos acharem ou não acharem crime não tem relevância absolutamente nenhuma. Os grupos de amigos que pensam coisas parecidas acerca dos mesmos assuntos costumam proteger-se. Aqui, o que parece que aconteceu foi que Ray Gosling quis chamar a atenção para a eutanásia através do seu exemplo pessoal. Conseguiu, e a prova é que estamos aqui a falar disso. Se conseguiu bem? Depende de como julgarmos a sua atitude. Embora eu seja a favor da eutanásia, não sou a favor de uma eutanásia em que se asfixie a pessoa amada com uma almofada e que mais tarde o relato seja tornado público como se fosse uma confissão. Compreendo que as circunstâncias nunca são as ideais. Mas exactamente por isso é que os exemplos costumam ser contados com um formato menos sinistro. O factor que perturba é sobretudo formal: o modo de proceder de um assassino pode ser adoptado para dar dignidade à morte do próximo? Nós pensávamos que não e esta história vai contra uns 3 ou 4 ditados populares.


De Luís Viana a 22 de Fevereiro de 2010 às 18:26
Não me sinto nada identificado com este senhor. Cometeu um crime, confessou-o anos mais tarde, deve pagar por ele, como toda a gente.


De Joao Almeida a 25 de Fevereiro de 2010 às 15:19
Assim de repente este tema é muito complexo. De facto sem mais testemunhas, um acto destes tem de ser punido. Compreendo a razão e as justificações, mas não podemos na intimidade fazer uma coisa destas na nossa casa e depois apenas vir dizer que o tínhamos combinado com a nossa cara metade, não é assim, não pode ser assim, caso contrário deixa de haver ordem, estado de direito e é cada um por si. Apesar de compreender as razões subjacentes a tal acto ele só pode ser condenado pela sociedade e pela justiça; não se podem abrir precedentes nestas áreas.
Parabéns pelo excelente programa.


Comentar post