De Rui Zink a 19 de Fevereiro de 2010 às 11:16
Bom, Carla, obviamente não é possível a nenhum de nós responder à tua última pergunta. A menos que entremos no campo do "eu acho que" ou "a cara dele não me é estranha". O fato é que o senhor se pôs a jeito, ao vir confessar 20 anos depois. Se fez um ato ilegal (e potencialmente criminoso) devia ter ficado calado. Agora esperemos que apareçam testemunhas abonatórias, tipo médicos e enfermeiros (não amigos a dizer que é "um gajo porreiro"), a confirmar que os dois se davam às mil maravilhas e, sim, a vítima estava a sofrer imenso e a almofada foi um ato de caridade. E se tinham um pato deviam pelo menos ter deixado uma carta no notário - não teria valor legal, mas teria valor moral. Não tenho posição clara sobre a eutanásia, mas sinceramente, uma almofada na cara ou um martini parecem-me pouco para acabar os meus dias. Já um Favaios ...


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