Terça-feira, 8 de Março de 2011
Europa Entrevista

Margarida Gaspar de Matos

 

Margarida Gaspar de Matos, coordenadora em Portugal do estudo "Health Behaviour in School-aged Children 2010", da OMS, vem ao Europa Entrevista apresentar os resultados relativos a 2010- e nos quais os adolescentes portugueses demonstram comportamentos mais saudáveis, apesar de um ligeiro aumento no consumo de drogas.

Os programas anteriores estão aqui.

 

Com Mónica Peixoto

3ªf, 8 de Março- 18h



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Sexta-feira, 10 de Setembro de 2010
Rádio Blogue: reality-shows

"The Biggest Loser" e "Big Brother Famosos"

 

No primeiro Rádio Blogue da rentrée, a cronista Carla Hilário Quevedo trouxe ao debate as questões de segurança e paranóia. Este fim-de-semana ouvimos os comentários ao tema com...

 

Carla Hilário Quevedo e Antonieta Lopes da Costa

6ªf, 10 de Setembro- 10.35/ 19.35

Domingo, 12 de Setembro- 18.35

 

Ao longo dos próximos dias queremos saber o que pensa dos reality-shows. O texto abaixo, com a assinatura de Carla Hilário Quevedo, é publicado aqui em parceria com o jornal Metro. Deixe a sua opinião, se preferir, através do 21.351.05.90. Até às 16h da próxima 5ªf.

 

Reality-shows

A televisão a que chamamos da vida real começou há dez anos no nosso país. A primeira edição do Big Brother fez história, não apenas por causa do que se passou na casa da Venda do Pinheiro, mas porque o formato dava a impressão de estarmos a ser espectadores privilegiados de uma realidade que nos tinha sido vedada até então. Depressa ficou claro que a vida real televisiva era construída a partir dos momentos menos entediantes do quotidiano dos participantes. Estes instantes que se podiam contar eram, por sua vez, provocados com jogos e festas. O sucesso do Big Brother viveu da ilusão muito bem explorada de estarmos a assistir em primeira mão, e individualmente, a acontecimentos escabrosos ou banais passados numa casa, onde vivia um grupo de pessoas anónimas. A ânsia de entender os comportamentos daquelas pessoas naquela circunstância obrigou à mobilização de especialistas. Comentadores em geral não resistiram à tentação de tirar conclusões universais sobre a natureza humana a partir do pontapé do Marco. Portugal parava há dez anos para assistir ao Big Brother. A partir daí, a televisão da vida real optou por se especializar. Cozinheiros, estilistas, modelos, gente a ganhar dinheiro por dizer verdades irrelevantes e, mais recentemente, obesos são alguns desses casos. Em «The Biggest Loser», ganha quem perder mais quilos. Num dos últimos episódios, Jillian, a treinadora, teve a ideia de chamar a sua mãe, psicoterapeuta de profissão, para ouvir as aflições de alguns dos participantes. Assistimos às sessões de terapia e à exposição do que levaria os concorrentes a comer abusivamente. Foi pesado, passo a expressão. É certo, no entanto, que a violência não é invulgar para o espectador habituado a ver os filmes de terror em que se tornaram os reality-shows. Menos habitual, no entanto, é haver cenas de violência física em concursos de caça a talentos, como é o caso do X Factor. Lisa Parker e Abbey Johnson foram juntas à audição em Birmingham. Depois de terem insultado o público e o júri, mostraram ser umas nódoas na cantoria. A audição acabou com Abbey a dar um soco na amiga. O que mais podemos esperar da televisão e dos reality-shows?



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Quinta-feira, 22 de Abril de 2010
Rádio Blogue: Educar e punir

(Imagem daqui)

 

Este fim-de-semana revemos as opiniões de quem nos escreveu ou telefonou sobre a tolerância de ponto concedida pelo Governo à Administração Pública no próximo mês de Maio.

 

Com Carla Hilário Quevedo e Antonieta Lopes da Costa

6ªf, 23 de Abril- 10.35/ 19.35

Domingo, 25 de Abril- 18.35

 

Educar e punir é o novo tema para debate nos próximos dias. Dê-nos a sua opinião aqui ou através do 21.351.05.90, se preferir, até às 16h da próxima 5ªf. O texto abaixo é assinado por Carla Hilário Quevedo e publicado aqui em parceria com o jornal Metro.

 

Educar e punir

Não é boa a notícia de que os alunos das escolas públicas de Temple, no Texas, arriscam a ser sujeitos a castigos corporais. Porém, o castigo das reguadas na palma da mão, apenas dadas pelo director, em privado, e em casos graves de mau comportamento, bastou para que a violência escolar diminuísse drasticamente. Quem o afirma é Steve Wright, director do conselho escolar de Temple, ao «The Washington Post». Num país em que é fácil o acesso às armas de fogo, custa a acreditar que umas reguadas sejam dissuasoras de comportamentos violentos. Seja como for, resultando ou não, a solução para aqueles casos ser recuperar um castigo justamente esquecido é uma notícia triste. Assim, parece que nem os professores nem os alunos aprenderam nada. Logo agora que se começava a perceber que autoridade é diferente de autoritarismo volta a estúpida palmatória. Por enquanto, isto não acontece em Portugal, e espero que por cá a moda não pegue. A discussão sobre a falta de autoridade dos professores e a impunidade dos alunos é longa e tem sido fraca. Por um lado, os professores não podem fazer nada perante alunos que tudo podem fazer. Por outro, os alunos são largados à sua sorte numa escola que a toda a hora pede a intervenção dos pais. Neste sistema, todo ele errado, os envolvidos no delicado processo de «formar pessoas» parecem ter esquecido que a escola oferece, antes de mais, a oportunidade aos filhos de se livrarem dos pais. Numa época em que as crianças são vistas como fenómenos raros da Natureza, muitos pais, ou são negligentes, porque não percebem as habilidades modernas dos filhos, ou são super-protectores dos seus super-miúdos sobredotados. Todos nos lembramos de em pequenos termos professores que respeitávamos e com quem até aprendíamos umas coisas. Tinham a autoridade própria dos que têm interesse e gosto pelo que fazem. Os professores de agora estão cansados ou têm menos vocação? O que seria punir devidamente um aluno infractor nos dias de hoje?



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Sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010
Rádio Blogue: Os rapazes na escola

             (imagem daqui)

 

Este fim-de-semana conhecemos as opiniões de todos sobre o Haiti...

 

... com Carla Hilário Quevedo e Antonieta Lopes da Costa

6ªf, 29 de Janeiro- 10.35/ 19.35

Domingo, 31 de Janeiro- 18.35

 

Para os próximos dias temos novo tema, proposto por Carla Hilário Quevedo, em parceria com o jornal Metro. Pode deixar o seu comentário, se preferir, através do 21.351.05.90, até às 16h da próxima 5ªf.

 

Os rapazes na escola

A partir de uma reportagem de Clara Viana no Público ficámos a saber que, no mundo ocidental civilizado, são os rapazes os que hoje em dia mais abandonam a escola. De acordo com investigadores portugueses, ingleses e norte-americanos, o fenómeno acontece por causa da intolerância do sistema educativo em relação ao mau comportamento. Os rapazes, por norma irrequietos e estroinas, estarão assim a ser penalizados pela escola, que perdeu a paciência para os problemas disciplinares e passou a privilegiar a dedicação e a tranquilidade femininas. O mau comportamento reflecte-se nas notas e o bom comportamento ajuda à concentração. O mal não está, portanto, nas raparigas. Resta saber se haverá um mal nos rapazes, ou se não fará parte da natureza hormonal masculina uma certa parvoeira. Descrever as diferenças entre os sexos também passa por estas generalizações. Os rapazes a correr e as meninas a saltar. É diferente. As diferenças biológicas, que fazem parte integrante da espécie humana, em vez de serem encaradas com naturalidade, continuam a ser lembradas como pontos negativos em discussões infrutíferas sobre quem é melhor e em quê. Um presente em que tantas mulheres são discriminadas por serem mulheres é um mau presente. Um futuro em que os rapazes ficam para trás por serem rapazes não é um bom futuro. Nem para os homens nem para as mulheres. Um mundo de mulheres, só com mulheres, feito só para mulheres é um pesadelo para qualquer mulher. Por isso quem vai salvar os homens deste descalabro vão ser as mulheres, que não vão correr o risco de perder o que tanto custou a conquistar. Uma geração de homens sem qualificações é o pior que pode acontecer às melhores alunas. No limite, a convivência entre os sexos não será possível. As raparigas subiram a fasquia e fizeram muito bem. Agora há que estimular a competitividade nos rapazes e não deixar que cedam à preguiça ou ao medo. Existe uma inteligência feminina e uma inteligência masculina? As mulheres são mais competentes que os homens?



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Quinta-feira, 21 de Maio de 2009
Rádio Blog: A professora de Espinho

                                                                          (imagem Wikipédia)

 

Amanhã é dia de ouvirmos os comentários de todos sobre os distúrbios no Bairro da

Bela Vista, tema de debate nos últimos dias...

 

com Carla Hilário Quevedo e Antonieta Lopes da Costa

6ªf., 22 de Maio- 10.35

Domingo, 24 de Maio- 18.35

 

O caso da professora de história de Espinho levanta várias questões e é tema de discussão para os próximos dias, numa proposta de Carla Hilário Quevedo em parceria com o jornal Meia Hora. Dê-nos a sua opinião mais abaixo ou através do 21.351.05.90 até 5ªf, às 16h.

 

A professora de Espinho

A professora da Escola EB 2-3 Sá Couto, em Espinho, que foi suspensa e é alvo de um inquérito disciplinar por abordar questões sexuais de forma imprópria numa sala de aula, pode incorrer numa pena que vai da simples repreensão à demissão, passando pelo pagamento de uma multa ou pela suspensão do cargo. Há quem considere que a situação não é tão grave como apareceu pintada. Há mesmo alunos que elogiam sem reservas a dedicação e o cuidado que esta professora tem tido com eles. Aparentemente, a educadora passa por autoritária e bruta, mas a única prova de que dispomos deste comportamento é a famosa gravação. Talvez use as suas tiradas sobre sexo para exercer o seu poder na sala de aula, enquanto humilha os alunos. Pode até ser. Mas penso que não podemos descartar a possibilidade de esta senhora ser bem-intencionada e estar realmente preocupada com o despertar da sexualidade nos adolescentes. É certo que a delicadeza e a subtileza não são o seu forte, mas as maneiras bruscas e dominadoras podem levar ao engano. A cobertura jornalística do caso ajudou à condenação imediata e irreflectida da professora? A gravação não autorizada da aula terá sido uma manobra dos estudantes para prejudicar a docente? Se é de facto uma má profissional, porque há tantos alunos a defendê-la?



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