Debate político avesso ao politicamente correcto com um pé na blogosfera.
- Crise Política – Depois do caso ‘Face Oculta’ e do agravamento da situação económica, Sócrates volta-se para o PS. Mas e se o PS lhe virar as costas?
- O caso PT – O envolvimento da Portugal Telecom na alegada tentativa de controlo da comunicação social por parte do governo, põe em causa o conceito de gestão daquela empresa. O que ganha o país com a intromissão do Estado na PT?
Esta semana, André Abrantes Amaral e Antonieta Lopes da Costa em debate com Mário Crespo (jornalista) e Henrique Raposo (colunista).
Os programas anteriores estão aqui.
6ªf, 19 de Fevereiro- 18h
Domingo, 21 de Fevereiro- 19h
Hoje ouvimos a opinião dos ouvintes sobre a posição oficial da igreja católica relativamente ao uso do preservativo, a propósito da visita do Papa Bento XVI a África.
Com Carla Hilário Quevedo e Antonieta Lopes da Costa
6ªf., 27 de Março- 10.35
Domingo, 29 de Março- 18.35 (redifusão)
A partir deste momento pode já dar-nos a sua opinião sobre a arbitragem, as reacções e a atenção dada ao final da Taça da Liga, que opôs o Benfica e o Sporting, no passado fim-de-semana, em Faro. O texto de Carla Hilário Quevedo é publicado aqui em parceria com o jornal Meia Hora. Faça o seu comentário mais abaixo ou através do 21.351.05.90, até 5ªf!
Final da Taça da Liga
Durante uma semana quase não se falou de outra coisa. O Benfica ganhou a Taça da Liga graças a um erro de arbitragem de Lucílio Baptista, que assinalou um penálti inexistente contra o Sporting, levando o jogo ao empate. Como uma final não pode acabar com o resultado um a um, seguiu-se o desempate por meio da marcação de grandes penalidades. A vitória do Benfica baseou-se assim numa injustiça inicial que provocou outra situação igualmente injusta, que é o desempate não por destreza e força mas pelo maior número de chutos na bola que entram na baliza. Há em qualquer jogo uma componente de acaso e sorte e, por muito trabalho e esforço da parte dos jogadores de futebol, nem tudo depende da sua competência. Se o árbitro comete um erro, deve qualquer outra pessoa no mundo sentir-se mal por isso? O próprio árbitro ou juiz de linha estão livres de se enganar? Por muito sofisticados que sejam os avanços da tecnologia, o futebol continua a ser jogado e arbitrado por seres humanos. Que também se dedicam a comentar os jogos mal jogados ou erradamente arbitrados. Foi o que aconteceu durante a semana que passou. O erro de Lucílio Baptista justifica a atenção e o tempo dos media dedicados ao assunto? É normal que o futebol ocupe a maior parte dos noticiários?
Henrique Antunes Ferreira
Numa altura em que se anunciam centenas de despedimentos na comunicação social portuguesa, o Marginante desta semana recupera a conversa com Henrique Antunes Ferreira, escritor e jornalista à beira de completar 50 anos de uma carreira que passou pela chefia de redacção do Diário de Notícias, a fundação da TSF e dezenas de colaborações com jornais, rádios e televisões do nosso país e da Europa. O estado do jornalismo em Portugal- e as muitas nuances ao redor do tema- estiveram em cima da mesa, nas conversas da rádio.
O Marginante está disponível, em podcast, aqui.
Com Ricardo Belo de Morais
5ªf., 22 de Janeiro- 19.15
Domingo, 25 de Janeiro- 17.40
Esta semana, o Marginante mergulha fundo no exercício do jornalismo em Portugal: o que tivemos e o que temos actualmente. Para falar deste tema quente convidamos o jornalista e escritor Henrique Antunes Ferreira, numa conversa sem papas na língua.
Antunes Ferreira começou a carreira de jornalismo aos 18 anos e desde então somou colaborações em mais de três dezenas de meios de comunicação nacionais e internacionais, entre os quais se destacam o Rádio Clube Português, A Bola, a TVE, a BBC e o Le Monde. Foi fundador da TSF e comentador de política internacional desta rádio, assim como na RTP 1 e 2, e chefe de redacção do Diário de Notícias durante mais de 16 anos. Galardoado por diversas vezes em crónica e grande reportagem, tem vários livros publicados e a sua primeira obra de ficção, Morte na Picada, foi editada em Abril deste ano.
Aos 67 anos encontra-se reformado mas continua a fazer aquilo de que mais gosta: escrever.
As edições anteriores do Marginante estão disponíveis aqui.
Com Ricardo Belo de Morais
5ªf., 27 de Novembro- 19.15

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