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jazza-me muito...

O JAZZ SUBIU-NOS À CABEÇA!

O JAZZ SUBIU-NOS À CABEÇA!

jazza-me muito...

31
Mar11

Perguntas Proibidas

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Esta semana, Mendo Henriques, do Instituto da Democracia Portuguesa e Universidade Católica Portuguesa, conversa com o editor brasileiro Edson de Oliveira Filho, o filósofo Artur Morão e o cientista Miguel Panão sobre o Colóquio “Os Valores não são Mentira - Filosofia e Economia em Bernard Lonergan", que decorre na Universidade Católica amanhã, 1 de Abril, entre as 10h15 e as 17H00, com entrada livre.

Afirmou Lonergan : “Dos teóricos económicos temos de exigir, juntamente com tantos tipos de análise quanto eles queiram, um novo e específico tipo que revele como os preceitos morais têm uma base no processo económico e também uma sua aplicação efectiva. Dos teóricos morais temos que exigir, juntamente com as suas outras formas de sabedoria e prudência, preceitos económicos que surjam especificamente do processo económico em si e promovam o seu funcionamento adequado.”

Os programas anteriores estão aqui.

 

5ªf, 31 de Março- 18h

15
Fev11

Europa Entrevista

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Perante o cada vez maior endividamento das famílias, a Fundação Agir Hoje pretende, através de grupos de entreajuda, criar condições para a recuperação da estabilidade financeira de quem a ela recorra. Esta tarde recuperamos a entrevista com Marta Costa Reis, presidente da Fundação.

Os programas anteriores estão aqui.

 

Com Mónica Peixoto

3ªf, 15 de Fevereiro- 18h

29
Out10

Rádio Blogue: crise e presidenciais

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Cavaco Silva, Manuel Alegre

 

Este fim-de-semana recuperamos várias opiniões sobre privacidade e liberdade de expressão...

 

com Carla Hilário Quevedo e Antonieta Lopes da Costa

6ªf, 29 de Outubro- 10.35/ 19.35

Domingo, 31 de Outubro- 18.35

 

Nos próximos dias queremos saber o que pensa da crise e das eleições para a Presidência da República. A crónica de Carla Hilário Quevedo é publicada também, esta 6ªf, no jornal Metro. Deixe o seu comentário, se preferir, através do 21.351.05.90, até às 16h da próxima 5ªf.

 

Crise e presidenciais

O anúncio da recandidatura de Cavaco Silva à Presidência da República aconteceu a 26 de Outubro, pelas oito da noite, no Centro Cultural de Belém, tal como Marcelo Rebelo de Sousa noticiara no Jornal Nacional. Embora a candidatura de Cavaco Silva não tenha apanhado ninguém de surpresa, o discurso que apresentou esteve longe do que seria esperado, até por o actual Presidente ter falado durante mais tempo do que é habitual. Cavaco Silva tem dois pontos a seu favor, que o destacam em larga medida dos seus oponentes: um é precisamente a gestão hábil do silêncio ao longo dos anos, e o outro – o mais importante e que faz dele o vencedor provável destas eleições – a empatia que tem com as pessoas. Por isso, perguntas retóricas sobre o valor da sua intervenção discreta em momentos de dificuldade da governação ou promessas incaracterísticas de uma «magistratura activa» que a própria natureza do cargo não permite serem cumpridas, não favoreceram aquele que podia ter sido um começo de campanha irrepreensível. Mas não percamos de vista o aspecto positivo do seu discurso. Cavaco Silva anunciou que fará uma campanha contida nas despesas e que, por isso, não irá recorrer a «outdoors». Para compensar a ausência de cartazes nas ruas, o candidato aposta no site oficial e nas redes sociais, como o Facebook, o Twitter e o YouTube, entre outras. A utilização das redes sociais noutras eleições não é novidade, mas o anúncio de que a despesa total da campanha não ultrapassará metade do valor permitido por lei é bom. Segundo noticia o Correio da Manhã, «enquanto Cavaco Silva prevê gastar cerca de 2,1 milhões de euros, Manuel Alegre, o candidato apoiado pelo PS e BE, estima despesas de perto de 1,6 milhões de euros». A reacção do único que até agora colocou «outdoors», não se fez esperar. Alegre acusou Cavaco de ser «populista e demagógico» e lembrou que nas últimas eleições poupado foi ele que gastou 849 mil euros. É preciso perguntar a Manuel Alegre o que o leva a gastar o dobro desta vez. A difícil situação financeira do país vai ajudar a moralizar as campanhas políticas? A poupança e a honestidade podem ser consequências inesperadas da crise?

01
Out10

Rádio Blogue: medidas de austeridade

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Manifestação, Grécia (Foto AFP)

 

Este fim-de-semana revemos as opiniões de todos sobre as burlas em Portugal...

 

com Carla Hilário Quevedo e Antonieta Lopes da Costa

6ªf, 1 de Outubro- 10.35/19.35

Domingo, 3 de Outubro- 18.35

 

Nos próximos dias queremos saber o que pensa das medidas de austeridade anunciadas pelo governo. A crónica de Carla Hilário Quevedo é publicada aqui em parceria com o jornal Metro. Se preferir, pode deixar-nos a sua opinião através do 21.351.05.90, em mensagem gravada. Até às 16h da próxima 5ªf.

 

Medidas de austeridade

O discurso sobre a crise não é saudável. A dívida pública, o desemprego, a crise tomaram conta do ar de que precisamos para viver. As notícias sobre uma possível vinda do FMI, que nos poria a todos na ordem, sobre os juros da dívida a aumentar, e a falta de dinheiro em geral asfixiaram o quotidiano das pessoas. Em vez de nos ser dada tranquilidade para sair do buraco, somos confrontados com discursos que oscilam entre o optimismo delirante e o derrotismo irremediável. Depois de termos ouvido as recentes más notícias sobre o novo pacote de medidas de austeridade inserido no Orçamento de Estado para 2011, recordamos que era bom terem dito que não havia dinheiro para nada e que as contas estavam descontroladas. Que ia ser preciso cortar e fazer sacrifícios, a começar pela não renovação das frotas de automóveis dos organismos públicos. Mas não. Ninguém com responsabilidade governativa achou por bem fazer a coisa certa. E fazer a coisa certa, neste caso, não era difícil: consistia apenas em cumprir a obrigação de dizer a verdade aos portugueses. Não o tendo feito, o governo adiou medidas que agora se revelam dolorosas para todos. Cortes de salários na função pública e congelamento das pensões são duas das medidas que vão afectar directamente a vida das pessoas. O aumento do IVA para 23 por cento é outra medida que se prevê ter sucesso para ajudar a controlar o défice. Não sendo economista nem fiscalista, mas aproveitando o momento para declarar o meu repúdio pela discussão que nos obrigam a ter, diria que isso se calhar depende da despesa que se faz. Ora, se não há dinheiro para comprar nada, como espera o Estado receber mais de um imposto aplicado a bens de consumo? Para terminar o dia de pesadelo, Almeida Santos declarou que «o povo tem que sofrer as crises como o governo as sofre». Há uma mentira e um disparate nesta frase. A mentira é o governo sofrer como sofre o povo. O disparate consiste em pedir aos pacientes que entendam o sofrimento dos médicos. O que pensa das novas medidas de austeridade?

23
Jun10

Perguntas Proibidas

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Somos o país do mundo com melhor gastronomia? As mais variadas raízes culturais? Mais experiência internacional? Então porque não arregaçamos as mangas e usamos todas estas simpáticas qualidades para acrescentar valor na cadeia de produção, ajudar a qualificar recursos humanos, permitir novos investimentos, valorizar novas marcas e criar inovação? Jack Soifer, um destacado consultor internacional que tem vindo a publicar a série de livros COMO SAIR DA CRISE apresenta, no Perguntas Proibidas da semana, em parceria com o Instituto da Democracia Portuguesa, um conjunto de propostas que enriquecem as opções dos agentes sociais, políticos e económicos.

Os programas anteriores estão aqui.

 

5ªf, 24 de Junho- 18h

16
Jun10

Perguntas Proibidas

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Diana Mendonça; Livraria francesa (foto daqui)

 

Esta semana, o Perguntas Proibidas procura saber o que pensam os jovens escritores na crise presente? Quais as “receitas de cultura” que têm para apresentar? Para onde vai o debate de ideias no nosso país? O Instituto da Democracia Portuguesa entrevista Diana Mendonça. Nasceu em Cascais e foi directora de uma revista feminina. É autora dos livros Receitas de Fado, Receitas de Ópera e Receitas de Contos de Fadas, internacionalmente distinguidos com 3 Gourmand’s Awards. Venceu um concurso nacional de contos, tem uma rubrica na rádio sobre livros e é presidente dos Jovens Escritores de Portugal.

Os programas anteriores estão aqui.

 

5ªf, 17 de Junho- 18h

27
Mai10

Descubra as Diferenças

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Debate político avesso ao politicamente correcto com um pé- às vezes dois- na blogosfera.

 

- O estado do governo – Após a trapalhada que foram os impostos retroactivos, o governo parece atabalhoar-se no combate à crise. Qual é o verdadeiro estado do governo PS e da oposição PSD?

 

- A Europa depois da crise – Com défices públicos astronómicos, o que irá acontecer ao modelo social europeu?

 

- Tea Parties – O quase libertário Rand Paul venceu as primárias no estado do Kentucky. Será este o início de uma forte mudança na política norte-americana, ou apenas mais um subproduto da crise?

 

Esta semana, André Abrantes Amaral e Antonieta Lopes da Costa em debate com Tomás Belchior (O Insurgente) e Manuel Pinheiro (Cachimbo de Magritte).

Os programas anteriores estão aqui.

 

6ªf, 28 de Maio- 19h

Domingo, 30 de Maio- 18h

30
Abr10

Descubra as Diferenças

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(Imagem daqui)

 

Debate político avesso ao politicamente correcto, com um pé- às vezes dois- na blogosfera.

 

- ‘Rating’ ao fundo – Os mercados financeiros ficaram nervosos após o corte do ‘rating’ da república portuguesa pela Standard & Poor's. Depois da Grécia, seremos nós?

 

- Corrupção absolvida? – O administrador da Bragaparques, Domingos Névoa, foi absolvido pelo Tribunal da Relação de Lisboa da tentativa de suborno de um vereador do município lisboeta. A decisão parece ter abalado a já pouca confiança que os cidadãos têm nos tribunais. Será caso para tanto?

 

- Recuos do governo – O governo aprovou uma alteração à lei do funcionamento dos tribunais, prevendo a suspensão dos prazos judiciais, no período entre 15 e 31 de Julho. Esta alteração e o novo estatuto do aluno, entretanto também apresentado, são mais sinais da fraqueza deste governo?

 

Esta semana, André Abrantes Amaral e Antonieta Lopes da Costa em debate com Ana Margarida Craveiro e Adolfo Mesquita Nunes.

Os programas anteriores estão aqui.

 

6ªf, 30 de Abril- 18h

Domingo, 2 de Maio- 19h

18
Mar10

Internacional Europa

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              Benjamin Netanyahu e Barack Obama, Casa Branca, Maio 2009 (daqui)

 

No seu espaço semanal de informação e comentário à actualidade internacional, Nuno Wahnon Martins, advogado, consultor político em Bruxelas e membro do European Values Network, analisa os acontecimentos que mais directamente se relacionam com o dia-a-dia político, económico e social do espaço da União Europeia. Amanhã, em destaque:

 

- EUA / Israel - A recente crise entre os Estados Unidos e o Governo Israelita é a pior desde 1975. Será este o começo de uma nova era?

 

Com Nuno Wahnon Martins

6ªf, 19 de Março- 8.15

Sábado, 20 de Março- 18.15

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