Quinta-feira, 2 de Junho de 2011
Perguntas Proibidas

 

Esta semana, Mendo Henriques, Álvaro Neves da Silva e Paulino Brilhante Santos conversam sobre o próximo XIX Governo Constitucional. Nos últimos 20 anos, exerceram funções executivas oito Governos Constitucionais. Nestes, o número de Gabinetes de Ministros e Secretários de Estado variou entre 54 e 59. Com uma média de pelo menos 100 pessoas cada, isto significa mais de 5500 pessoas destacadas por Serviços dependentes, Institutos Públicos e Empresas tuteladas e pelos muitos Consultores que vendem serviços ao Estado. Todos eles resultantes da escolha dos aparelhos partidários. O resultado foi a criação de “Um Estado dentro do Estado” com efeitos negativos para a Administração Pública. Para contrariar a hipertrofia do governo e aumentar a eficácia e qualidade das decisões, o IDP propõe um Governo diferente - mais respeitador e mais respeitado dos cidadãos.

Os programas anteriores estão aqui.

 

5ªf, 2 de Junho- 18h



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Quinta-feira, 21 de Abril de 2011
Rádio Blogue de regresso a 28 de Abril

 

Este fim-de-semana revemos as opiniões sobre o crédito fácil...

 

Com Carla Hilário Quevedo e Filipa Paramés

6ª, 22 de Abril- 11.35/ 17.40

Domingo, 24 de Abril - 18.35

 

A crónica de Carla Hilário Quevedo regressa de hoje a oito dias, em parceria com o jornal Metro.



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Quinta-feira, 20 de Janeiro de 2011
Rádio Blogue: linguagem e presidenciais

 

Em final de semana revemos as opiniões sobre homofobia e liberdade de expressão...

 

Com Carla Hilário Quevedo e Antonieta Lopes da Costa

6ªf, 21 de Janeiro- 10.35/ 19.35

Domingo, 23 de Janeiro- 18.35

 

Nos próximos dias queremos saber o que pensa da forma com os candidatos às eleições presidenciais se expressaram durante a campanha. Como viu a campanha? Pode deixar o seu comentário, se preferir, através do 21. 351. 05. 90 em mensagem gravada. A crónica de Carla Hilário Quevedo é publicada aqui em parceria com o jornal Metro.

 

Linguagem e presidenciais

A campanha para as presidenciais terminou com a frase surpreendente de Fernando Nobre num comício em Coimbra: «Só é possível demoverem-me da minha intenção de uma maneira, e nessa altura ousem fazê-lo, e vocês verão o que o povo português fará: dêem-me um tiro na cabeça, porque sem um tiro na cabeça eu vou para Belém». Num momento de fado, tango e falta de jeito, o candidato parece ter esquecido que não basta não levar um tiro para ir para Belém: é preciso ganhar as eleições. É apenas a falta de vontade dos portugueses que impedirá Fernando Nobre de ser Presidente da República. No dia a seguir à declaração insólita, o candidato veio dizer que recebera telefonemas anónimos a ameaçá-lo, o que me obrigou a tentar perceber em que medida constituía uma ameaça e para quem. À falta de conclusões dignas, é melhor imaginar que Nobre terá tentado usar a carta forte da hipérbole, mas que o pouco talento para as figuras de retórica o atraiçoou. A «linguagem bélica» aplicada ao discurso político não foi, no entanto, exclusiva deste candidato. Defensor Moura declarou «guerra à corrupção», atitude tão nobre quanto oca. Cavaco Silva misturou imagem gastronómica com cenário de devastação e disse ter «pouco apetite» para usar a «bomba atómica» da dissolução da Assembleia, o que me fez respirar de alívio, porque a bomba atómica é má. José Manuel Coelho, o «coelhinho lindo», deputado regional madeirense da Nova Democracia, preferiu a metáfora doméstica e apelou à necessidade de dar uma «vassourada na Justiça». Francisco Lopes optou pela imagem aquática e alertou para o «afundamento do país». Já o caçador-poeta Manuel Alegre queixou-se de que «a democracia está muito amputada», o que torna tudo «muito» definitivo. Como viu a campanha para as presidenciais?



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Quinta-feira, 5 de Novembro de 2009
Perguntas Proibidas

 

 

No Perguntas Proibidas desta semana, Mendo Henriques e Frederico Brotas dialogam com Jorge Pelicano sobre a luta pelo interior do país. Jorge Pelicano é realizador, com Rosa Teixeira da Silva, do filme Pare, Escute e Olhe, um documentário sobre a Linha do Tua que ganhou recentemente três prémios no DocLisboa e outros três no Festival Cine Eco, de Seia.

 

Dado o êxito do cinema verdade, o Pare, Escute e Olhe vai passar ao circuito comercial em muitas salas do país, levando a mensagem de que não é possível abandonar o interior do país se quisermos um desenvolvimento sustentado. Segundo dados do Instituto da Democracia Portuguesa, 50% do território do continente têm 20% da população e 10% do PIB, sendo boa parte deste exploração florestal. É cada vez mais urgente que se aplique o mesmo principio da coesão nacional para promover um desenvolvimento que sirva as comunidades regionais. A barragem de Tua é um bom negócio para uma empresa pública mas um mau negócio para a região.

 

5ªf, 5 de Novembro- 18h



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