As novas tecnologias e as notícias da Internet. Em destaque:
Está gerada a polémica à volta da Amazon Cloud Drive.
Skype vai estar disponível nas cabines telefónicas da Estónia.
Eis o novo Mozilla Mobile para plataformas Android e Maemo.
Cobra venenosa e mortífera desaparecida gera euforia no Twitter.
As rubricas anteriores estão aqui.
Com Paulo Lázaro
6ªf, 1 de Abril- 10.20/ 19.10
Domingo, 3 de Abril- 18.20
Esta semana revemos os comentários ao divórcio, tema proposto por Carla Hilário Quevedo em parceria com o jornal Metro.
Com Carla Hilário Quevedo e Antonieta Lopes da Costa
6ªf, 12 de Novembro- 10.35/ 19.35
Domingo, 14 de novembro- 18.35
Nos próximos dias queremos saber o que pensa do Facebook. Conhece? Usa? Gosta? Porquê? Deixe a sua opinião, se preferir, através do 21.351.05.90, até às 16h da próxima 5ªf.
Em conversas sobre redes sociais, manifesto sempre a minha desconfiança quanto ao Facebook e saio em defesa do Twitter. Como argumentos a favor, apresento a brevidade refrescante dos 140 caracteres e a possibilidade de interagir num sistema de partilha de links e informação em tempo real. Tudo no Twitter é breve, imediato e público. Tal como acontece nos blogues, qualquer pessoa que não tenha uma conta no Twitter pode aceder às outras. E de novo tal como acontece nos blogues, é possível ter uma conta privada, que será seguida apenas por alguns. Nas contas de Twitter e nos blogues abertos ao público, os leitores seguem o que é escrito, sem restrições. Esta impossibilidade de escolher os leitores é fundamental para quem aprecia a comunicação pública e a participação em conversas (passo a repetição) públicas. É esta característica dos dois formatos que os torna mais respeitáveis aos meus olhos que o Facebook. Dou por mim a torcer o nariz a quem me fala de realidades tão caricatas como «pedir, aceitar ou rejeitar pedidos de amizade». Além da terminologia saloia – um impedimento para os mais sensíveis ao vocabulário – o Facebook parece viver de uma qualquer exigência de privacidade. Só as páginas institucionais escapam ao requisito. No entanto, apesar da suspeita, é certo que não conhecia o modo de funcionamento desta rede social. Assim, decidi abrir uma conta para ver como era. Ainda não tinha activado a pesquisa por e-mail e já tinha seis pedidos de amizade, todos de amigos. Seguiram-se outros, quase todos de pessoas minhas conhecidas. Seguindo a lógica do Twitter e do blogue, ultrapassei a questão terminológica e aceitei todos os pedidos entretanto feitos. Apaguei a conta depois de ler no meu mural um comentário inofensivo mas privado de um querido amigo. Há temperamentos mais reservados que outros. Os mais discretos ou têm uma conta fechada a sete chaves ou não estão no Facebook. Optei pela segunda hipótese e apaguei tudo. Mas qual não é o meu espanto quando vejo que a conta ressuscitara? Apaguei-a pela segunda vez e voltou a aparecer. Quando, qual Glenn Close afogada na banheira, em Atracção Fatal, a conta regressa à vida pela terceira vez, percebi que tinha de ser «eliminada» além de «desactivada». Mesmo assim, o Facebook diz que tal só acontecerá dentro de 14 dias. Gosta do Facebook? Porquê?
Em final de semana ouvimos as opiniões que nos chegaram sobre Cristiano Ronaldo e a selecção nacional, o fado, a família, a religião e a política...
Com Carla Hilário Quevedo e Antonieta Lopes da Costa
6ªf, 20 de Novembro- 10.35/ 19.35
Domingo, 22 de Novembro- 18.35
As redes sociais são o tema escolhido por Carla Hilário Quevedo para os próximos dias, em parceria com o jornal Metro. Os comentários podem ser feitos, também, para o 21.351.05.90 até às 16h da próxima 5ªf.
O New Oxford American Dictionary elegeu um verbo como palavra do ano. «Unfriend», que no Público apareceu traduzida por «desamigar», nasceu no contexto das redes sociais, mais concretamente no Facebook. A tradução parece sensata. Trata-se de retirar um estatuto, neste caso de amigo literalmente virtual, descontinuando uma ligação. É por isso que os amigos do Facebook não são necessariamente nossos amigos: são pessoas a quem atribuímos um estatuto. Se for verdade que qualquer palavra implica pelo menos um antónimo, então para amigar temos desamigar sem dificuldade. Outro ponto a favor da tradução é a sugestão amorosa do verbo original. A partir do momento em que temos pessoas a falar umas com as outras tudo pode acontecer. Acontece muito o insulto, daí haver a necessidade do bloqueio. Também acontece o enjoo, o que leva ao desamiganço. E assim amigalhaços passam a desamigalhaços. Mas, por vezes, os amigos começam por ser virtuais e depois saltam para fora da máquina e acompanham-nos durante muito tempo na nossa vida. Tornam-se amigos à moda antiga, sem utilidades à mistura, e até nos esquecemos de que tudo começou numa rede social ou num blogue. No entanto, o conceito de se desligar de alguém no mundo virtual, ou, neste caso, de retirar a alguém um certo estatuto, não é novo. Com o lincar nos blogues veio o deslincar. E ligar e desligar têm efeitos bem diferentes. Se por um lado a ligação parece agradar muito, o acto de desligar alguém poucas vezes é entendido como um acto de paz e amor. Ninguém entende no mundo virtual que o problema seja: «Não és tu, sou eu». Depois de «unlink» ou deslincar, nos blogues, temos «unfriend» no Facebook e «unfollow», no Twitter. E agora? Como vamos traduzir a elegância da palavra «unfollow»?«Des-seguir» está simplesmente fora de questão. «Inseguir» também. Proponho que recuperemos a mais famosa redundância da língua portuguesa: «deslargar». Porque seguir alguém no Twitter é como ouvir alguém que já está largado a pensar em voz alta. O que é que as redes sociais trouxeram de novo ao modo como as pessoas se relacionam umas com as outras?
Prefab Sprout (daqui)
Destaques da semana:
Os perigos de explosão do Iphone e Ipod Touch: Apple Store
O novo antivírus gratuito da Microsoft: Microsoft
O Twitter com publicidade em 2010: Twitter
O primero netbook com dual boot Androide/XP: Acer
Uma avó à venda no E-bay: Ebay
O regresso dos Prefab Sprout: aqui.
O podcast do 3 W's está aqui.
Com Paulo Lázaro
6ªf, 2 de Outubro- 10.20/ 19.10
Domingo, 4 de Outubro- 19.35
Já está online o nosso novo sítio na Internet. Com assinatura da Dizaine, a renovação do site da Europa-Lisboa reforça a nossa presença na Internet, que se estende ao Jazza-me, o blogue, ao Facebook e ao Twitter, com actualizações diárias sobre conteúdos e notícias do mundo do jazz. A partir de agora, no site, tem acesso a informação actualizada sobre programas e rubricas, podcasts, contactos e ligações. Faça o favor de nos visitar: será sempre bem-vindo(a)!
Por aqui adoptámos, também nós, o... Twitter! Saiba o que se ouve em antena em tempo real, clicando no link do Twitter, disponível na barra lateral.
Nas navegações da semana, na Internet, descobrimos o Projecto Dadus- uma iniciativa da Comissão Nacional de Protecção de Dados que quer sensibilizar os alunos entre os 10 e os 15 anos de idade para as questões da protecção de dados e da privacidade. A utilização consciente e informada das novas tecnologias e a atitude cívica são outras prioridades do projecto.
Em Carta Social encontramos uma Base de Dados de grande utilidade para encontrar equipamentos sociais e instituições em todo o país: centros de dia e de noite, lares de idosos, serviços de apoio domiciliário, transportes de pessoas com deficiência, creches, grupos de auto-ajuda ou centros de férias, entre outros, estão referenciados mediante uma procura por distritos, concelhos e áreas de intervenção.
Finalmente, o Twitter, a rede de que se fala, por estes dias, permite enviar mensagens curtas à sua rede de amigos, a partir de um telemóvel, dos serviços de messenger ou do e-mail, onde quer que se encontre. O serviço é usado com fins puramente recreativos ou informativos, como nos casos de acidentes, eventos culturais ou políticos, etc, e de forma mais rápida do que o permitem outras redes sociais da Internet.
O 3 W's é actualizado aqui.
Com Paulo Lázaro
2ª a 6ªf- 10.50/ 17.15
Sábados- 17.40
Amanhã regressa a edição semanal do Rádio Blog, que na 6ªf passada esteve ausente, por motivos de força maior. Amanhã ouvimos os comentários ao tema Visitas Íntimas...
Com Carla Hilário Quevedo e Betânia Valente
6ªf., 30 de Janeiro- 10.35
Para os próximos dias já temos novo desafio: Facebook, Twitter, etc. O texto de Carla Hilário Quevedo é publicado aqui em parceria com o jornal Meia Hora. As opiniões que nos chegarem até 5ªf, às 16h, ouvem-se à 6ªf, pela manhã. Para tal, basta escrever mais abaixo ou ligar-nos para o 21.351.05.90.
Facebook, Twitter, etc.
Depois de Barack Obama ter utilizado as redes sociais como o Facebook ou o Twitter na sua campanha eleitoral, como forma de cativar a atenção dos eleitores e angariar donativos, é agora a Presidência da República portuguesa que decide alargar a sua presença na Internet. O Twitter, os canais no You Tube e no Sapo Vídeos, bem como uma conta no Flickr são as ferramentas tecnológicas utilizadas pela Presidência na sua recente estratégia de comunicação. Curiosamente, o Facebook não foi um dos meios escolhidos para a partilha de informações sobre a actividade da Presidência da República. Num esforço de compreender a estratégia adoptada, diria que o Facebook carece de uma dimensão mais pública e aberta- como acontece, por exemplo, com os canais de vídeos ou com a plataforma de partilha de imagens. O Twitter pode ser útil na medida em que serve para comunicar recepções e visitas. Pensei logo num amigo meu, professor universitário, actualmente a leccionar numa universidade americana, e que agora vai poder acompanhar quase minuto a minuto a agenda do actual Presidente. As tecnologias ajudam sempre mais quando se está longe do país natal. O que pensa da iniciativa da Presidência? Utiliza algum destes meios tecnológicos no seu dia-a-dia? Toda esta partilha de informação é útil?

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